Doações de órgãos de pessoas com morte cerebral no Japão alcançam recorde de 134
Japão registra recorde de 134 doações de órgãos por morte cerebral em 2024, impulsionado por maior conscientização e apoio financeiro. Apesar do avanço, país ainda está atrás de outras nações.

Aumento na doação de órgãos impulsionado por apoio governamental no Japão (ilustrativa/banco de imagens)
O número de doações de órgãos de pessoas com morte cerebral neste ano atingiu um recorde de 134, até 30 de novembro, de acordo com a Rede Japonesa de Transplantes de Órgãos (RJTO).
Acredita-se que o aumento se deva, em parte, à maior conscientização pública sobre transplantes de órgãos e ao progresso feito em relação ao apoio financeiro governamental para instituições médicas que podem declarar mortes cerebrais.
Em comparação com os números de doações de órgãos no exterior, o Japão permanece em posição inferior e, portanto, mais esforço é necessário para aumentar os diferentes tipos de doações de órgãos.
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Impacto da mudança na legislação
Quando a lei que permitia transplantes de órgãos de pessoas com morte cerebral foi promulgada em 1997, a declaração de intenção dos pacientes e outras condições rigorosas eram necessárias.
Assim, o número anual de doações de órgãos havia sido inicialmente de apenas alguns.
A lei revisada, promulgada em 2010, tornou possível que transplantes de órgãos de pessoas com morte cerebral fossem realizados apenas com a aprovação dos familiares dos pacientes. Desde então, o número de doações de órgãos tem aumentado gradualmente.
No entanto, o número de doadores de órgãos por milhão de habitantes no Japão foi de 1,13 em 2024.
Esse número foi muito menor do que 49,70 nos Estados Unidos e 7,75 na Coreia do Sul.
Fonte: JN







