Takaichi promete Japão forte e próspero com reformas
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A primeira-ministra Sanae Takaichi prometeu tornar o Japão “forte e próspero” através de reformas necessárias. Ela busca construir uma nação onde as gerações mais jovens possam acreditar no futuro e viver com esperança.

Takaichi busca fortalecer Japão em meio a desafios globais (Wikimedia)
A primeira-ministra Sanae Takaichi prometeu, nesta quinta-feira (1º), tornar o Japão “forte e próspero” ao implementar “reformas necessárias” para enfrentar diversos desafios domésticos e globais.
Em sua declaração de Ano Novo, Takaichi afirmou que seu governo está comprometido em construir uma nação onde as gerações mais jovens possam acreditar no futuro e viver com esperança.
Desafios internos e geopolítica
Takaichi enfatizou que o Japão enfrenta uma população em declínio, custos de vida crescentes após décadas de deflação, e o que ela descreveu como “o ambiente de segurança mais severo e complexo” desde o fim da Segunda Guerra Mundial.
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Globalmente, as incertezas políticas e econômicas estão aumentando, pois “a ordem internacional livre e aberta está sendo abalada e os movimentos hegemônicos estão crescendo”, disse ela, em uma aparente referência às crescentes atividades militares da China e à invasão da Ucrânia pela Rússia.
Cenário político e estabilidade do governo
Takaichi assumiu o cargo após vencer a corrida pela liderança do Partido Liberal Democrata (PLD) no início de outubro, sucedendo Shigeru Ishiba, que havia anunciado no mês anterior que renunciaria após o pesado revés do partido na eleição da Câmara dos Conselheiros em julho.
Com o gabinete de Takaichi mantendo altos índices de aprovação — bem acima dos de seus antecessores imediatos — o parlamento está programado para iniciar a sessão regular de 150 dias deste ano no dia 23 de janeiro.
Gestão parlamentar e desafios da coalizão
No entanto, o bloco governista do PLD de Takaichi e seu parceiro júnior, o Partido da Inovação do Japão, deve continuar lutando para gerenciar os assuntos parlamentares, pois detém uma maioria muito apertada na Câmara dos Representantes e permanece uma minoria na Câmara Alta.
Fonte: JT







