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Auroras no Japão? Explosão solar causa tempestade magnética e pode gerar auroras

| Sociedade

O Japão observou uma tempestade magnética, resultado de uma explosão solar em 19 de janeiro, alertando para possíveis interferências em comunicações de rádio e sistemas GPS.

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Imagem: FNN e Sankei

A Agência Meteorológica do Japão anunciou, no dia 21, a observação de uma grande perturbação no campo magnético da Terra, conhecida como ‘tempestade magnética’. O fenômeno é atribuído a uma intensa explosão na superfície do Sol, uma ‘solar flare’, ocorrida no dia 19.

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Essa tempestade magnética pode gerar interferências significativas. Há risco de falhas nas comunicações de ondas curtas utilizadas por embarcações e aeronaves, além de um aumento na margem de erro dos sistemas de posicionamento global (GPS).

De acordo com o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação e Comunicação (NICT), a ‘solar flare’ teve início às 3h09 da manhã do dia 19. Ela se originou em uma mancha solar próxima ao centro da superfície solar, resultando em uma massiva ejeção de gás coronal em direção à Terra e um aumento de partículas de alta energia. O gás coronal é o principal fator que causa a perturbação do campo geomagnético.

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O Observatório Geomagnético da Agência Meteorológica do Japão, localizado em Ishioka (Ibaraki), registrou o início da grande perturbação geomagnética às 4h17 da manhã do dia 20. A amplitude da variação atingiu um pico de 427 nanotesla, o que representa aproximadamente 8,5 vezes o valor normal.

Em regiões de alta latitude, como Hokkaido, a ocorrência de tempestades magnéticas pode propiciar a observação de auroras. De fato, houve numerosos relatos nas redes sociais de pessoas que avistaram auroras na noite do dia 20.

Contudo, o Observatório Geomagnético informou que a variação do campo magnético está em tendência de diminuição. Além disso, as condições climáticas desfavoráveis em muitas regiões tornam incerta a possibilidade de novas observações de auroras na noite do dia 21.

Fonte: Nikkei e FNN

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