Produção de produtos de pasta de peixe do Japão mostra forte recuperação
A produção de produtos de pasta de peixe, como chikuwa e kamaboko, no Japão, está em forte recuperação após décadas de declínio, impulsionada por preços estáveis e maior interesse em seus benefícios à saúde.

Japão: produção de chikuwa e kamaboko em alta (imagem ilustrativa/PM)
Após décadas de declínio, a produção de produtos de pasta de peixe no Japão, incluindo itens populares como chikuwa, kamaboko e hanpen, começou a mostrar uma forte recuperação.
Segundo o Ministério da Pesca, a produção nacional havia caído mais da metade em três décadas, atingindo aproximadamente 408 mil toneladas em 2024. No entanto, a indústria está agora em um caminho de revitalização.
Nos primeiros 11 meses de 2025, a produção de bolos de peixe chikuwa e kamaboko totalizou cerca de 360 mil toneladas, já superando as aproximadamente 358 mil toneladas produzidas em todo o ano de 2024, conforme dados do Food Marketing Research and Information Center.
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Especialistas apontam múltiplos fatores para essa tendência positiva
Um oficial de um fabricante de alimentos destacou que “preços relativamente estáveis para produtos de pasta de peixe, em comparação com outros alimentos, juntamente com o crescente interesse em seus benefícios à saúde, podem estar levando ao aumento da produção”.
A facilidade de consumo e os benefícios nutricionais são pontos-chave na promoção desses alimentos. Um oficial de uma associação da indústria ressaltou que “os produtos de pasta de peixe são fáceis de comer e digerir, sendo recomendados para pessoas que desejam manter a força muscular”.
A associação está trabalhando para impulsionar ainda mais o consumo, rotulando produtos que excedem um certo padrão de teor de proteína com um “selo de proteína de peixe”.
Yoichi Matsumoto, um alto funcionário da associação, expressou otimismo: “As pessoas estão descobrindo que os produtos de pasta de peixe são alimentos conscientes da saúde que facilitam o consumo de proteína de alta qualidade. Esperamos que a produção e o consumo continuem a crescer”.
Fonte: JT







