Yokohama será hub global da Ericsson para tecnologias de rede avançadas
A Ericsson, gigante sueca de telecomunicações, anunciou Yokohama, na província de Kanagawa, como sede de seu novo centro de P&D no Japão, focado em 5G e tecnologias de rede de próxima geração.

Ericsson investe em P&D de redes avançadas em Yokohama (banco de imagens)
A Ericsson, empresa sueca de redes e telecomunicações, escolheu Yokohama (Kanagawa) para sediar seu novo centro de pesquisa e desenvolvimento (P&D) no Japão, conforme comunicado de imprensa divulgado pela companhia.
Localizado no distrito de Minato Mirai 21, o centro tem previsão de iniciar suas operações em abril de 2026, com a inauguração oficial agendada para o primeiro semestre de 2027. Este investimento foi inicialmente anunciado em maio de 2025, integrando as iniciativas de expansão da Ericsson no país.
Foco em tecnologias 5Ge liderança estratégica
A Ericsson afirma que o centro se dedicará ao desenvolvimento de hardware e software de rádio avançados para os mercados japonês e global. Os trabalhos abrangerão redes 5G programáveis de alto desempenho, tecnologias móveis de próxima geração e arquiteturas de rede abertas, como o O-RAN.
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O local também promoverá a colaboração com clientes e parceiros, incluindo atividades de padronização internacional.
Jan Fallgren foi nomeado chefe de P&D de Rádio da Ericsson no Japão e vai liderar o desenvolvimento de tecnologias de comunicação de próxima geração, conforme o comunicado.
Geração de empregos e investimento global
O processo de recrutamento está em andamento, visando graduados universitários no Japão e profissionais experientes nas áreas de telecomunicações, software e hardware. A Ericsson havia declarado anteriormente que até 300 posições de P&D poderiam ser criadas no local.
A empresa informa que investe aproximadamente US$ 5 bilhões anualmente em P&D global. A unidade de Yokohama é descrita como um hub essencial na rede global de P&D da Ericsson, com o objetivo de fortalecer a colaboração com empresas japonesas, universidades, startups e agências governamentais.
Fonte: Evertiq







