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Microsoft Japan é investigada por suposta violação antitruste

| Tecnologia

A JFTC inspecionou a Microsoft Japan em Tóquio por suspeita de violação antitruste. A investigação foca na plataforma Azure e no acesso a serviços como Microsoft 365 em nuvens rivais.

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Imagem gerada automaticamente

Autoridades japonesas fiscalizam Microsoft Japan (banco de imagens)

A Comissão de Comércio Justo do Japão (JFTC) realizou uma inspeção nas instalações da subsidiária japonesa da Microsoft Japan, localizada em Tóquio, na quarta-feira (25).

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A ação ocorreu devido a uma suspeita de violação da lei antitruste, com alegações de que a empresa estaria impedindo de forma injusta que clientes utilizem plataformas de nuvem desenvolvidas por seus concorrentes.

Um porta-voz da Microsoft confirmou a inspeção, afirmando: “Estamos cooperando plenamente com a JFTC em suas solicitações”.

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O papel do Azure e o bloqueio de concorrentes

Em questão está envolvido o serviço de computação em nuvem da Microsoft, o Azure.

A empresa é suspeita de tornar seus serviços de software, incluindo o Microsoft 365 – conhecido por aplicativos como Teams e Word – inacessíveis em servidores de nuvem que não sejam o Azure.

Essa prática, se comprovada, limitaria a escolha dos consumidores e a concorrência no mercado.

Esta investigação reflete uma série de esforços recentes das autoridades japonesas para controlar o monopólio exercido por gigantes globais da tecnologia.

A JFTC tem se mostrado ativa na fiscalização do mercado digital.

Histórico de fiscalização das big techs

Em agosto do ano passado, a JFTC emitiu uma ordem de cessar e desistir contra o Google.

Na ocasião, a comissão alegou que o Google estava impondo condições vinculativas aos fabricantes de smartphones Android no Japão, garantindo que sua loja de aplicativos online fosse instalada quase automaticamente nos dispositivos.

De forma similar, em 2024, a subsidiária japonesa da Amazon, também em Tóquio, foi inspecionada sob a acusação de abuso de sua dominância de mercado para reduzir preços.

Fonte: JT

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