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‘Caçado e morto’: EUA executam líder de complô do Irã para assassinar Trump

A confirmação de que os EUA 'caçaram e mataram' o mentor do complô em solo iraniano é um divisor de águas na geopolítica — é a prova de que a 'guerra nas sombras' entre Washington e Teerã agora saiu totalmente para a luz.

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Redação

Atualizado em 05/03/2026

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Secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth (reprodução do X)

Em uma operação de inteligência de alta precisão, forças dos Estados Unidos localizaram e eliminaram o mentor por trás de um complô – plano sofisticado – para assassinar o presidente Donald Trump.

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O anúncio, feito pelo Secretário de Defesa Pete Hegseth, na quarta-feira (4), horário de Washington, confirma que o alvo foi “caçado e morto” em solo iraniano, marcando uma retaliação direta contra as ameaças de Teerã à segurança nacional americana.

A operação de retribuição

De acordo com declarações oficiais e relatos de agências internacionais, o líder abatido era a peça-chave de uma rede que planejava vingar a morte de Qasem Soleimani (ocorrida em 2020) atacando figuras do alto escalão dos EUA, sendo Trump o alvo principal, em 2024. A operação ocorreu em um momento em que Trump já havia sobrevivido a tentativas de atentado em solo americano, elevando o estado de alerta do Serviço Secreto ao nível máximo.

Detalhes do complô

Fontes ligadas ao Pentágono revelaram que o complô não era apenas uma ameaça retórica, mas envolvia: recrutamento de ativos, com tentativas de infiltrar agentes ou contratar sicários dentro dos EUA; vigilância avançada com monitoramento das rotas e eventos de campanha de Trump; e conexão com a IRGC, pois o mentor agora morto era diretamente ligado à Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, servindo como a ponte entre o governo de Teerã e as operações externas.

“Não há lugar onde se esconder”

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O Secretário Pete Hegseth foi enfático ao declarar que a morte do líder desse complô envia uma mensagem clara ao regime iraniano. A retórica de “olho por olho” adotada pelo governo americano sinaliza que qualquer tentativa de atingir líderes — atuais ou antigos — será respondida com força letal, independentemente de fronteiras.

Repercussão global

O impacto desta execução desse líder do complô é imediato nos mercados e na diplomacia.

  1. Escalada de tensão: o Irã deve responder formalmente, o que pode gerar novos ataques cibernéticos ou através de suas milícias por procuração (proxies) na região.
  2. Segurança: nos EUA, a notícia reforça a narrativa de Trump como um alvo de regimes autoritários, o que deve intensificar ainda mais o seu esquema de segurança nas próximas semanas.
  3. Reflexo nas bolsas: como já vínhamos acompanhando, essa “guerra de inteligência” mantém o mercado financeiro em modo de cautela extrema, com investidores temendo que o conflito deixe de ser cirúrgico para se tornar uma guerra aberta.
Fontes: Fox News, BBC e Mirror

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