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Economia

FMI alerta: guerra no Oriente Médio testará economia global com ‘novos choques’

A diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, alertou que a guerra no Oriente Médio testará a resiliência econômica global, prevendo 'novos choques' e impactos em energia, inflação e crescimento.

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Atualizado em 05/03/2026

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Guerra no Oriente Médio testará resiliência econômica global (imagem ilustrativa/PM)

A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, alertou que a guerra no Oriente Médio colocará à prova a resiliência econômica global.

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Em declaração, ela previu que “novos choques de diferentes formas e tamanhos” continuarão a surgir, exigindo atenção constante dos formuladores de políticas em todo o mundo.

Georgieva enfatizou a profunda preocupação do FMI com o sofrimento e a perda de vidas resultantes da crise no Oriente Médio.

Ela advertiu que um conflito prolongado poderia ter um impacto significativo nos preços da energia, no sentimento do mercado, no crescimento econômico e na inflação, “impondo novas exigências aos formuladores de políticas em todos os lugares”.

Durante a Conferência “Ásia em 2050” em Bangkok, Georgieva reiterou que “estamos em um mundo de choques mais frequentes e inesperados“.

Embora não seja possível prever a natureza exata de cada choque, ela destacou a importância de sempre buscar a prontidão para enfrentá-los. A retaliação do Irã aos ataques dos EUA-Israel já causou interrupções no transporte e no fluxo de petróleo através do Estreito de Ormuz.

Desafios e resiliência na Ásia

Em janeiro, o FMI revisou ligeiramente para cima suas projeções de crescimento global para 3,3% em 2026 e 3,2% em 2027.

A chefe do FMI elogiou a Ásia por sua capacidade de reconstruir instituições, amortecedores externos e credibilidade junto aos investidores após a crise financeira de 1997 a 1998.

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No entanto, Kristalina Georgieva alertou que a região ainda precisa se preparar para um mundo de “choques repetitivos”, que incluem avanços tecnológicos disruptivos, incertezas comerciais e desafios geopolíticos.

Ela instou a Ásia a fortalecer sua integração interna para se proteger das incertezas comerciais que provavelmente persistirão, sugerindo que a região pode acelerar a integração diminuindo as barreiras não tarifárias.

Georgieva concluiu com uma mensagem clara: “Não adianta lamentar o que está acontecendo fora do seu alcance. Concentre-se no que está em suas mãos, no que você pode fazer para colocar seu país, sua economia nas melhores condições para este mundo em que entramos”.

A guerra no Oriente Médio já impactou os mercados globais, com alguns dos índices mais afetados sendo os de tecnologia na Coreia do Sul e em Taiwan, que viram investidores estrangeiros se desfazerem de bilhões de dólares em ações.

“Quanto antes virmos o fim da calamidade, melhor para o mundo inteiro”, finalizou Georgieva.

Fonte: ST

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