A Marinha dos Estados Unidos recusou os pedidos da indústria naval para escoltar embarcações no Estreito de Ormuz, citando um ‘risco extremamente alto de ser atacado no momento’, conforme noticiado pela Reuters em 10 de março de 2026. Embora o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, tenha demonstrado uma postura favorável à escolta, a agência de notícias apontou que a recusa indica que a interrupção das exportações de petróleo na região do Oriente Médio pode persistir.
Em reuniões com representantes das indústrias de transporte marítimo e energia, a Marinha informou que não poderá fornecer escolta por enquanto. A posição foi reiterada em 10 de março, afirmando que a escolta só poderá ser implementada ‘depois que o risco de ataque diminuir’.
O Estreito de Ormuz é um ponto estratégico vital para o transporte de energia, incluindo petróleo bruto e gás natural. A região tem sido palco de tensões crescentes, com o Irã efetivamente bloqueando o estreito após ataques dos EUA e de Israel ao país. Essa situação tem sido um fator significativo na grande interrupção do fornecimento global de energia.
Desafios de segurança no Estreito de Ormuz
A Reuters citou a possibilidade de ataques de drones iranianos, transmitindo a visão de especialistas de que ‘é difícil para os Estados Unidos ou para uma coalizão internacional de voluntários garantir a segurança do Estreito de Ormuz’. A complexidade da situação e os riscos envolvidos continuam a ser uma preocupação central para a segurança marítima e o mercado global de energia.
Fonte: Kyodo News