Empregadas domésticas estrangeiras começarão a atuar em Kanagawa e Osaka

As trabalhadoras estrangeiras farão somente serviços domésticos, mas não poderão cuidar de idosos. Veja mais.

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Imagem ilustrativa

As primeiras empregadas domésticas estrangeiras que serão contratadas sob uma diretriz governamental que visa ajudar mulheres profissionais a reentrarem no mercado de trabalho após terem filhos, começarão a trabalhar na província de Kanagawa e na cidade de Osaka em março, de acordo com potenciais empregadores.

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A previsão é de que aproximadamente 50 empregadas domésticas das Filipinas comecem a desembarcar no Japão em fevereiro para passarem por treinamento antes de serem despachadas a clientes nas 2 áreas por empresas relacionadas no setor.

Anteriormente, somente certas residências, como aquelas de diplomatas estrangeiros, tinham permissão para contratarem empregadas domésticas. Contudo, em 2015, a administração do Primeiro-Ministro Shinzo Abe pressionou a desregulamentação do mercado em uma tentativa de aumentar a participação das mulheres na força de trabalho.

A mudança, que também visa permitir abrandar a escassez de mão de obra na indústria de serviços domésticos do Japão, pavimentou o caminho para estrangeiras trabalharem como empregadas domésticas em algumas áreas designadas, como a província de Kanagawa e a cidade de Osaka.

A performance de empregadas domésticas estrangeiras sob o programa será limitada a atividades como cozinhar, lavar a roupa, limpar a casa, fazer as compras e cuidar das crianças. Elas não terão permissão para se engajarem em serviços relacionados a cuidados de idosos.

Essas trabalhadoras devem ter no mínimo 18 anos de idade e pelo menos 1 ano de experiência em serviços domésticos, cita a reportagem da Kyodo, além de conhecimentos básicos de japonês. Elas passarão por treinamento com carga horária de 200 horas e poderão permanecer no Japão por um tempo máximo de 3 anos.

Fonte: Kyodo
Imagem: Bank Image

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Segundo especialistas, há risco de insolação também no inverno

Publicado em 31 de janeiro de 2017, em Saúde, Bem-Estar e Cotidiano

Especialistas do Japão alertam sobre a insolação de inverno e a desidratação, que causam vítimas anualmente.

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A insolação é geralmente vista como uma condição desenvolvida no verão, mas o risco também é alto na temporada seca de inverno, quando as pessoas geralmente não repõem de forma suficiente a umidade que seus corpos perdem.

Acredita-se que a insolação pode ter levado a morte, em dezembro de 2016,  um casal de idosos que se afogou em uma banheira enquanto tomavam banho juntos na casa em que moravam, em Osaka. Os idosos foram encontrados pelo filho, mas já estavam mortos.

A polícia acredita que os idosos, de aproximadamente 80 anos, se afogaram após perderem a consciência por conta da insolação que sofreram enquanto se banhavam.

No entanto, acidentes em que as pessoas morrem enquanto se banham são uma ocorrência comum. De acordo com uma estatística vital realizada pelo Ministério da Saúde, Trabalho e Bem Estar, 4.084 pessoas se afogaram em banheiras de casas em 2015, um aumento de 40% em comparação há 10 anos. Cerca de 90% das pessoas que morreram em tais acidentes naquele ano tinha 65 anos de idade ou mais.

O ar seco pode causar desidratação

Acredita-se que acidentes desse tipo no inverno sejam convencionalmente causados por uma condição não relacionada à insolação, em que a pressão sanguínea flutua drasticamente quando um corpo frio entra no banho quente. Em tal circunstância, as pessoas enfrentam o risco de infarto do miocárdio e derrame cerebral, que podem ser prevenidos se o banheiro for aquecido com antecedência.

No entanto, acredita-se que o casal de Osaka tenha sofrido insolação. Como isso poderia acontecer em um banheiro no inverno?

De acordo com Hideki Taniguchi, líder do Centro de Suporte Perioperatório do Hospital Saiseikai Yokohamasahi Tobu, em Yokohama (Kanagawa), grandes quantidades de água e sal escapam da pele no inverno porque o ar geralmente está seco, e se torna ainda mais seco onde aparelhos para aquecer estão em uso. Geralmente, as pessoas não têm consciência que estão suando e não repõem a umidade perdida de forma suficiente, colocando-as em um estado próximo à desidratação.

Se uma pessoa em tal estado fica sob a água quente por um longo tempo, o risco de se afogar na banheira aumenta porque o fluxo sanguíneo ao cérebro diminui, colocando-a sob risco de perder a consciência, e insolação, que é um aumento excessivo na temperatura corporal que causa distúrbio de consciência e outros sintomas.

No inverno, a insolação pode afetar as pessoas de forma silenciosa e devagar

“No inverno, a insolação pode afetar as pessoas de forma silenciosa e devagar,” alerta Taniguchi. “Não somente ao se banhar em água quente, mas também ao usar o ar condicionado, sistema de aquecimento de assoalho ou aquecedor a querosene podem provocar insolação.”

Um estudo realizado por Taniguchi mostra que cerca de 20% dos idosos sofrem constantemente de “desidratação oculta”, um estado de estar na beira da desidratação. Em tal estado, os idosos estão vulneráveis à desidratação e insolação que resulta de uma mudança súbita no clima ou condição de suas saúdes.

A ingestão de água é essencial para prevenir a “desidratação oculta”. De acordo com pesquisadores, beber água antes de ir dormir e após acordar, e antes do banho e depois, por exemplo, é efetivo na prevenção da condição.

No inverno, as pessoas geralmente consomem vegetais de raiz que contêm poucas quantidades de água, então elas devem adicionar vegetais verdes e amarelos, como espinafre, assim como frutas sazonais a suas dietas.

Fonte: Yomiuri
Imagem: Bank Image

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