Estados Unidos e Coreia do Sul iniciam exercícios navais na península coreana

O exercício conjunto que envolve 40 navios de guerra vai continuar até sexta-feira (20) em águas de ambos os lados da península coreana.

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O exercício conjunto vai continuar até sexta-feira (20) em águas de ambos os lados da península coreana (NHK/reprodução – out/2016)

Os Estados Unidos e a Coreia do Sul deram início nesta segunda-feira (16) a um exercício naval conjunto que envolve cerca de 40 navios de guerra, em meio a sinais de que a Coreia do Norte está se preparando para outra provocação, como um lançamento de míssil.

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O exercício vai continuar até sexta-feira (20) em águas de ambos os lados da península coreana, de acordo com um oficial da defesa sul-coreana, o qual pediu para não ser identificado devido à política interna. A mídia sul-coreana divulgou ao longo do fim de semana que veículos para transportar mísseis “continuaram aparecendo e desaparecendo” do mapa e que “lançadores de mísseis” foram avistados saindo de área próximas a Pyongyang e Pyongan Norte.

“Qualquer coisa poderia acontecer especialmente antes da convenção do partido da China no dia 18 de outubro e durante o tempo entre o pós-exercício e a visita de Trump na região,” disse Shin Beomchul, professor da Academia Diplomática Nacional da Coreia em Seul.

“Há também uma possibilidade da Coreia do Norte testar mísseis balísticos de curto alcance, os quais no passado não levaram às sanções da Nações Unidas.” Historicamente, o Norte não cultivou provocação diretamente durante exercícios militares.

No sábado (14) a agência estatal norte-coreana criticou o exercício conjunto, chamando-o de “ato imprudente de maníacos de guerra.” Antes, a Casa Branca disse que o presidente americano Donald Trump viajará para a Ásia entre os dias 3 a 14 de novembro.

Unidades da marinha dos Estados Unidos que estão participando do exercício incluem o porta-aviões USS Ronald Reagen e os destróieres USS Stethem e USS Mustin, disse Philip Sawyer, comandante da 7ª Frota dos EUA na semana passada.

Separadamente, caças F-35A e F-22, bombardeiros B-1B e drones de vigilância RQ-4, participarão do Espaço Aéreo Internacional de Seul &  Exibição de Defesa que será realizado de terça-feira (17) a sexta-feira (20), embora eles não estejam armados, de acordo com um oficial sul-coreano.

Guerra de palavras se agrava

A Coreia do Norte conduziu seu sexto e mais poderoso teste nuclear no dia 3 de setembro, além de lançar dezenas de mísseis neste ano enquanto o regime de Kim Jong-um busca a capacidade de atingir os Estados Unidos com uma arma atômica. As Nações Unidas impuseram sanções rigorosas sobre a Coreia do Norte por causa de seus testes de armas.

Trump disse que todas as opções, incluindo militares, estavam na mesa para deter Kim.

Uma guerra de palavras se agravou entre os dois líderes nas últimas semanas, com Trump chamando Kim de “homem foguete” e dizendo às Nações Unidas que os Estados Unidos “destruiriam totalmente” a Coreia do Norte se ela atacar. Kim respondeu ao chamar Trump de “americano senil mentalmente perturbado” e alertou sobre o nível mais alto de contramedidas na história.”

Fonte: Bloomberg
Imagem: NHK

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Murata vai comprar fábrica da Sony para aumentar a produção de peças de smartphone

Publicado em 16 de outubro de 2017, em Sociedade

Com a compra da fábrica da Sony em Ishikawa, a Murata aumentará a capacidade de produção para peças de iPhone e outros tipos de smartphones.

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Com a compra da fábrica da Sony localizada em Ishikawa, a Murata vai produzir placas de circuito para iPhone e outros tipos de smartphones (imagem ilustrativa)

A Murata Manufacturing Co. vai adquirir uma unidade da Sony Corp. localizada na central do Japão, enquanto ela busca atender a crescente demanda para componentes de iPhone e outros smartphones, disseram fontes da empresa no domingo (15), divulgou o Mainichi.

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A Murata, uma fornecedora da Apple Inc., vai adquirir a unidade localizada na cidade de Nomi (Ishikawa) até março para produzir placas de circuito de smartphones, com seu investimento total incluindo gastos em novo equipamento que poderá ser entre 30 a 40 bilhões de ienes.

A empresa vem produzindo placas de circuito que ela desenvolveu para smartphones mais finos em uma fábrica na província de Toyama, perto de Ishikawa, dentre outros locais. Ela não conseguiu expandir sua produção o suficiente para atender a demanda.

Desde 2014, quando a Sony suspendeu a produção de componentes para câmeras na planta de Nomi, a fábrica foi alugada para uma empresa diferente de montagem de semicondutores.

Após o término da operação de montagem no início deste ano, a Murata abordou a Sony para a compra da unidade.

A Murata visa dobrar sua produção de placas de circuito no próximo ano fiscal, com início em abril, segundo fontes.

Fonte: Mainichi
Imagem: Bank Image

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