Japonês acusado de espião teve julgamento reservado na China

A JNN soube que um japonês acusado de espião, preso desde julho do ano passado, já teve a primeira audiência em julgamento reservado, em agosto.

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Japonês de 61 anos está sendo julgado por espionagem na corte da China (JNN)

A reportagem da JNN soube que em agosto foi realizada a primeira audiência de julgamento, em uma corte na China, de um cidadão japonês.

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Eiji Suzuki, 61 anos, presidente da Associação de Intercâmbio dos Jovens do Japão e China, viajou para Pequim em julho do ano passado. Lá foi preso pelas autoridades policiais sob suspeita de espionagem. Depois foi indiciado sob a acusação de lesar a segurança nacional daquele país.

Soube-se que a primeira audiência do julgamento foi privada, em uma corte da capital – em Pequim.

As autoridades do governo chinês não esclareceram que tipo de ação de espionagem teria tido o presidente da associação. Tampouco teria permitido parentes ou familiares na audiência, a qual foi reservada.

No momento, são 8 japoneses no total presos na China sob acusação e espionagem. Desse total, 5 já passaram pela primeira audiência, todas reservadas.

Segundo o noticiário, há possibilidade de que a sentença seja proferida na próxima audiência.   

Fonte e fotos: JNN

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Emirados Árabes suspendem emissão de novos vistos para trabalhadores norte-coreanos

Publicado em 13 de outubro de 2017, em Notícias do Mundo

A suspensão de vistos pode limitar a habilidade de Pyongyang em evadir as sanções e levantar dinheiro em meio às tensões com os Estados Unidos.

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Um relatório da ONU sugeriu que mais de 50 mil norte-coreanos trabalhando no exterior levantaram para Pyongyang entre 1,2 bilhão a 2,3 bilhões de dólares por ano (NHK/reprodução)

Os Emirados Árabes Unidos (EAU) informaram na quinta-feira (12) que vão suspender a emissão de vistos a trabalhadores norte-coreanos, tornando-se mais um país do Golfo a limitar a habilidade de Pyongyang em evadir as sanções e levantar dinheiro em meio às tensões com os Estados Unidos.

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Uma declaração feita pelo Ministério de Relações Exteriores dos Emirados Árabes não se dirigiu às centenas de trabalhadores norte-coreanos que já trabalham no país.

Os Emirados Árabes “buscam uma frente global unificada contra o programa de armas nucleares da Coreia do Norte”, lê a declaração.

Não ficou claro o que levou à decisão, apesar de oficiais americanos estarem pressionando seus aliados nos países do Golfo a cortarem laços econômicos com a Coreia do Norte. A embaixada dos Estados Unidos em Abu Dabi não respondeu imediatamente a um pedido para comentário.

No mês passado, o Kuwait anunciou que expulsaria o embaixador da Coreia do Norte e outros quatro diplomatas do país, assim como limitaria a emissão de vistos. O Qtar disse que “menos de mil norte-coreanos” estão no país e que seus vistos não serão renovados.  Também há trabalhadores norte-coreanos em Omã.

Milhares de norte-coreanos trabalham em todo o Golfo

Enquanto seja um mercado pequeno em comparação à China e Rússia, a quantidade de dinheiro que os trabalhadores norte-coreanos no Golfo mandam ao governo ajuda Pyongyang a evadir as sanções internacionais, dizem autoridades. Um relatório de 2015 da Organização das Nações Unidas sugeriu que mais de 50 mil norte-coreanos trabalhando no exterior levantaram para Pyongyang entre 1,2 bilhão a 2,3 bilhões de dólares por ano.

O Kwait disse ao Associated Press em agosto que 6.065 trabalhadores norte-coreanos trabalhavam lá. Os Emirados Árabes tinham cerca de 1.500 trabalhadores norte-coreanos, disseram dois agentes com conhecimento das táticas de Pyongyang, que falaram em condição de anonimato para discutir relatos de inteligência confidenciais.

Os norte-coreanos que trabalham no Golfo ganham cerca de mil dólares por mês, com cerca da metade sendo mantida pelo governo da Coreia do Norte e outros 300 dólares direcionados a gerentes de empresas de construção, segundo os dois agentes. Isso deixa os trabalhadores com apenas 200 dólares por terem trabalhado o mês todo, dizem eles.

Fonte: Mainichi
Imagem: NHK

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