Temperaturas chegam a -67ºC em região da Rússia

Mesmo com temperaturas de -40ºC as crianças vão à escola, mas na terça-feira, com -67ºC, as aulas foram canceladas.

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Mesmo com temperaturas de -40ºC as crianças vão à escola, mas na terça-feira, com -67ºC, as aulas foram canceladas (Time/reprodução)

Nem os termômetros estão suportando as temperaturas em queda na região remota de Yakutia, na Rússia, que atingiram os 67 graus negativos em algumas áreas na terça-feira (16).

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Em Yakutia – uma região de um milhão de pessoas localizada a cerca de 5.300 quilômetros ao leste de Moscou – rotineiramente, os estudantes vão à escola mesmo com temperaturas marcando 40 graus negativos.

Contudo, na terça-feira, as aulas foram canceladas em toda a região e a polícia pediu aos pais que mantivessem seus filhos dentro de casa.

No vilarejo de Oymyakon, um dos locais habitados mais frios do planeta, a rede de televisão estatal russa mostrou o mercúrio descendo para a parte inferior de um termômetro que foi ajustado para medir somente temperaturas abaixo de 50 graus negativos.

Em 2013, Omyakon registrou a temperatura mais baixa de todos os tempos, 71 graus negativos.

Nessa foto em 14 de janeiro, Anastasia Grudzva posa para foto com suas amigas enquanto a temperatura caiu para cerca de -50ºC em Yakutsk, Rússia (sakhalife.ru. foto via AP)

No último fim de semana, dois homens morreram congelados quando tentavam andar até uma fazenda próxima após o carro em que estavam ter enguiçado. Outros três homens que estavam com eles sobreviveram porque usavam roupas mais quentes, segundo investigadores.

Residentes de Yakutia estão acostumados ao frio extremo e mesmo a temperatura negativa desta semana não dominou as manchetes locais na terça-feira.

Contudo, alguns meios de comunicação publicaram selfies relacionadas ao clima congelante e reportagens sobre façanhas no frio extremo.

Mulheres postaram fotos com seus cílios congelados, enquanto a Yakuti Media publicou uma foto de estudantes chineses que tiraram suas roupas para mergulhar em uma fonte de águas termais.

Fonte: Mainichi, AP
Imagem: Time

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Kobe lembra 23 anos do grande terremoto que deixou mais de 6.400 mortos

Publicado em 17 de janeiro de 2018, em Desastres Naturais

Sobreviventes e famílias enlutadas acenderam lanternas e ofereceram orações nesta quarta-feira, às 5h46, a hora exata do tremor.

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Sobreviventes e famílias enlutadas acenderam lanternas e ofereceram orações em silêncio (NHK/reprodução)

O Japão marca nesta quarta-feira 23 anos do Grande Terremoto Hanshin Awaji – Hanshin-Awaji Daishinsai – de magnitude 7,3 que atingiu a cidade portuária de Kobe e áreas ao redor.

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O terremoto que ocorreu em 17 de janeiro de 1995 deixou um saldo de 6.434 mortos. O número inclui aqueles que morreram em decorrência de problemas relacionados as suas vidas como evacuados.

Em um parque em Kobe, lanternas de bambu foram organizadas para mostrar a data do terremoto.

Sobreviventes e famílias enlutadas acenderam lanternas e ofereceram orações em silêncio na quarta-feira, às 5h46, a hora exata do tremor.

Desde novembro de 2017, cerca de 32 mil sobreviventes estavam vivendo em habitações públicas. Mais da metade deles têm 65 anos ou mais.

Autoridades locais vêm enviando cuidadores para monitorar a saúde desses residentes idosos, contudo, o fundo usado para esse serviço poderá acabar a qualquer momento.

Fonte: NHK
Imagem: NHK, Wikimedia

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