Solidariedade na mudança da família de patos

Na mudança costumeira da família de patos para o rio, os residentes locais acompanham e ajudam a cuidar para que não sejam atropelados.

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Família de patos de mudança para o rio em Quioto, protegida pelos voluntários (Asahi)

Desde 2005 as patas usam o jardim para por os ovos e depois o lago do Templo Yobo (Yoboji), em Quioto (província homônima) para criar os filhotes. Quando chega esta época eles migram do lago onde foram criados para o rio a 700 metros do local.

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A mamãe chamou seus 9 filhotes para saírem do lago. Hiroko Sumitomo, de 74 anos, residente na vizinhança e que acompanha os patos desde o nascimento, dando comida e cuidando deles, observou a mudança.

Tratou de pegar uma folha de alface, comida preferida dos patinhos, para acompanhar o trajeto da migração.

Ao avançarem cerca de 100 metros do local um patinho se perdeu da família. Ela o reconduziu usando a folha de alface. Junto com Hiroko mais 10 pessoas, incluindo policiais acompanharam a mudança para protegê-los dos carros.

Os policiais serviram de guarda para bloquear a rua para a travessia deles.

Finalmente, depois de 1 hora a família chegou ao Rio Kamo e ao entrarem na água os voluntários unissonamente exclamaram “que bom”.

“Me sinto aliviada de conferir que chegaram salvos no rio. Durante algum tempo vou continuar vendo se os patinhos estão bem aqui”, disse.

Assista ao vídeo produzido pelo jornal Sankei.

Fontes: Asahi e Sankei

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Mais um japonês condenado como espião na China

Publicado em 22 de maio de 2019, em Ásia

Desta vez foi o diretor de uma entidade de intercâmbio condenado pelo crime de espionagem na China. Saiba mais.

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Tribunal de Pequim (ANN)

Na terça-feira (21), o juiz do Tribunal de Pequim deu a sentença de 6 anos de reclusão mais o confisco de bens pessoais no valor de cerca de 800 mil ienes ao japonês Eiji Suzuki, 62 anos.

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Diretor da Associação de Intercâmbio de Jovens do Japão e China, foi inúmeras vezes para a China durante mais de 30 anos. Na última vez, viajou para participar de um evento de intercâmbio quando foi preso em julho de 2016, em Pequim.

Ele tinha amplo relacionamento com funcionários do Partido Comunista Chinês. Mas, em junho de 2017, foi indiciado por ter coletado informações relacionadas a Coreia do Norte.

Desde 2015, foram pelo menos 13 homens e mulheres japoneses presos pelas autoridades chinesas, dos quais 9 foram indiciados.

Os 8 já julgados receberam pena de 5 a 15 anos de prisão, incluindo esse caso do diretor Suzuki. Um executivo na faixa dos 40 anos, empregado da Itochu, foi detido pela Agência de Segurança Nacional, em Guangzhou, em fevereiro, e está em processo de condenação.

Há possibilidade de as autoridades chinesas terem antecipado os julgamentos dos japoneses antes da Reunião de Cúpula G-20, a ser realizada em Osaka no próximo mês.

Fontes: Asahi, Sankei e ANN 

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