Queda de avião no Havaí deixa 11 mortos

A aeronave – uma Beechcraft 65 King Air operada pelo Centro de Paraquedismo de Oahu – caiu na sexta-feira (21) na área extremo norte do Dillingham Airfield.

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Queda de avião no Havaí (Maps)

Em um dos piores desastres aéreos na história do Havaí, 11 pessoas morreram na sexta-feira (21) quando uma aeronave bimotor para paraquedismo onde elas estavam ter caído logo após a decolagem de North Shore da ilha de Oahu e entrado em chamas.

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A aeronave – uma Beechcraft 65 King Air operada pelo Centro de Paraquedismo de Oahu – caiu por volta das 18h30, na área extremo norte do Dillingham Airfield.

O Dillingham Airfield continuou fechado no sábado (22) e os destroços da aeronave estavam quase irreconhecíveis. Não muito longe do local da queda, pessoas fizeram homenagens às vítimas e depositaram flores em um memorial.

Dentre os mortos na queda da aeronave estavam um casal do Colorado e um homem de 28 anos de Oregon. Seis do que perderam a vida trabalhavam no Centro de Paraquedismo de Oahu.

Nas horas após a queda, autoridades do estado informaram que nove pessoas haviam morrido.

Entretanto, na manhã de sábado um porta-voz da Administração Federal de Aviação disse ao Hawaii News que a investigação realizada por eles mostrou que 11 pessoas estavam a bordo da aeronave no momento do acidente.

Informações divulgadas pelo Departamento de Polícia de Honolulu também indicaram que 11 pessoas haviam morrido na queda e um porta-voz do departamento dos transportes confirmou a informação depois na manhã de sábado.

Quando os bombeiros chegaram ao local eles viram que os destroços da aeronave haviam sido engolidos pelas chamas, as quais podiam ser vistas a quilômetros de distância.

O chefe do departamento de bombeiros Manuel Neves disse que familiares daqueles que estavam a bordo da aeronave estavam no local quando a queda ocorreu e podem ter visto a cena.

“É muito difícil. Em meus 40 anos como bombeiro aqui no Havaí esse é o incidente de aeronave mais trágico que tivemos”, disse Neves.

Autoridades do Departamento de Transporte estadual disseram que a o Conselho Nacional de Segurança nos Transportes investigará o acidente. Autoridades federais chagariam a Honolulu no sábado para dar início à investigação formal.

Fonte: Hawaii News Now

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Nissin fez vídeo sobre ‘lámen perfeito’ e pediu desculpas aos consumidores no Brasil

Publicado em 23 de junho de 2019, em Brasil

O vídeo, que foi ao ar no início deste ano, mostra o presidente da unidade no Brasil, juntamente com funcionários, pedindo desculpas por ‘não saberem cozinhar o lámen perfeito’.

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Em destaque Takashi Asano, presidente da Nissin Foods do Brasil, na fábrica em Ibiúna, SP (YouTube/ Nissin Brasil)

Uma propaganda incomum divulgada pela fabricante japonesa Nissin Foods Holdings no Brasil – em janeiro deste ano – destacando o presidente da unidade local pedindo desculpas aos consumidores viralizou na mídia social e fez as vendas no país dispararem.

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A publicidade muito japonesa – com seu script peculiar e seriedade – ganhou imediatamente o coração dos brasileiros. O vídeo de 45 segundos viralizou na mídia social, com mais de 2 milhões de visualizações no YouTube.

É uma boa lição para empresas japonesas, muitas das quais temem correr riscos com suas propagandas. Matrizes no Japão nem sempre apreciam sensibilidades locais e, como resultado, suas unidades no exterior geralmente produzem propagandas fracas e pouco inspiradoras que caem por terra, cita a reportagem do Asia Nikkei em 21 de junho.

Veja o vídeo:

A Nissin opera há quase 60 anos no Brasil onde o macarrão instantâneo se tornou uma fixação. Contudo, a maneira que os brasileiros o consomem difere dramaticamente da dos japoneses, que deixam o macarrão em água quente por 3 minutos.

“Os brasileiros não marcam o tempo de cozimento. Eles quebram o macarrão em pedaços menores e comem desse jeito, ou escorrem todo o líquido”, disse Takashi Asano, presidente da Nissin Foods do Brasil e estrela do vídeo.

Ao invés de ignorar silenciosamente essas diferenças, a Nissin as destacou, criando um vídeo que deixou os consumidores compararem os estilos contrastantes e escolher um vencedor.

Nem é preciso dizer que a maneira dos brasileiros consumirem o macarrão venceu e levou a empresa a criar a propaganda com o pedido de desculpas.

“Divulgamos o vídeo na mídia social e em outras plataformas digitais para lembrar os consumidores que os produtos da Nissin têm um lugar no coração deles”, disse Yosuke Kawai, diretor de marketing.

Asano não tinha certeza se o vídeo, com a participação de vários funcionários – da diretoria à operação – decolaria. Mas ele teve sucesso, juntamente com as vendas, que atingiram recordes em fevereiro em uma base de único mês.

Outro vídeo:

Fonte: Asia Nikkei

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