Cuidado com as espécies de água-viva nas praias

Antes de passar vinagre se for picado por ela é preciso saber se pode, pois o efeito pode ser nocivo dependendo da espécie de água-viva.

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As belas e perigosas água-vivas causam queimaduras na pele, dificuldade respiratória e uma pode até matar

As água-vivas ou medusas são bonitas e atraentes, principalmente para as crianças. Por isso, convém explicar para elas o quanto são perigosas. Em japonês se chamam クラゲ e a pronúncia é kuraguê.

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Existem no mundo inteiro e no Japão costumam aparecer no verão, entre julho a setembro, principalmente nas praias. Mas, algumas espécies são vistas nos rios próximos ao mar.

Do grupo de cnidários, há várias espécies delas, incluindo as para uso culinário. Em geral, são temidas no verão por que têm tentáculos com células urticantes, com pequeno espinho, o qual tem uma toxina chamada de nematocisto.

Ao ser picada a pessoa pode sentir uma sensação de queimadura no local, com ardor, mas em geral não é fatal.

Água-viva: cuidado com jeitinhos caseiros 

É preciso tomar cuidado com as recomendações caseiras de passar urina, vinagre, limão, água do mar ou gelo no local.

O melhor é o vinagre, mas no Japão há espécie que o vinagre provoca efeito contrário.

Sintomas da picada 

Além da queimadura local a pessoa pode sentir náuseas ou dor de cabeça, em relação às espécies mais comuns. Outras podem causar desmaio e mau-estar.

No caso de estar em uma praia com salva-vidas, convém chamá-lo para ver a queimadura. Em geral, ele saberá o que usar para aliviar a dor e o ardor, pois nem sempre se usa o vinagre.

Caso ele não saiba, a recomendação é ir ao pronto-socorro.

Espécies de água-viva e seus cuidados

No Japão as mais comuns, encontradas nas praias, são アンドンクラゲ, lê-se andonkurage, e カツオノエボシ, o qual se lê katsuoenoboshi. Mas há outras, algumas perigosas.

A primeira – andonkurage – tem o formato de lanterna japonesa, chamada de andon, por isso o nome. Tem um corpo transparente, portanto fica difícil percebê-la dentro da água. Outro nome atribuído a ela é 電気クラゲ, lê-se denkikurageNão há nenhuma comprovação científica de que o vinagre seja eficiente.

Espécie andonkurage, popular no Japão (Matome Naver)

No caso da espécie katsuoenoboshi não se trata de água-viva. É a chamada caravela-portuguesa. Para saber mais sobre ela, toque aqui para abrir a matéria. Jamais aplique vinagre pois o efeito é desastroso. Caso seja picado por ela procure um hospital imediatamente.

Caravela-portuguesa, chamada de katsuonoeboshi, é altamente tóxica (Zooing)

Outra comum nas praias e rios próximos ao mar é a da espécie ミズクラゲ, lê-se mizukurage, chamada de medusa-da-lua, em português. Tem que tomar muito cuidado com ela, pois se for picado pode ter dificuldade respiratória. Por isso, nesse caso, procure um hospital imediatamente.

A medonha medusa-da-lua ou mizukurage causa problema respiratório (Hatena Photo Life)

Outra comum no Japão é a アカクラゲ, lê-se akakurage, que leva o nome por ser avermelhada. Mais fácil de vê-la na água, é perigosa. A picada é tóxica e a vítima logo irá sentir ardor como se fosse uma queimadura.

Akakurage, tóxica, vive nas águas salgadas do Japão (Flickr)

Já em Okinawa tem o ハブクラゲ, lê-se habukurage, o qual possui um veneno muito forte, tanto que leva o nome da cobra. E há registro de morte de criança no passado. Esse tipo costuma aparecer entre junho até no máximo em setembro. Caso seja picado por essa espécie, pode usar vinagre para aliviar a dor, depois de remover o espinho.

Todo ano aparece nas águas de Okinawa (Yaeyama-Mainichi)

Remover o espinho com veneno

Ao examinar o local é preciso ver se o espinho da água-viva ainda está lá. Nesse caso, o ideal é removê-lo usando pinça. Caso não a tenha, use dois cartões do banco ou da companhia de crédito para formar uma pinça a fim de remover. Cuidado para fazer isso e não prejudicar mais ainda a área afetada.

Em todo caso, a recomendação é procurar um hospital ou clínica. O médico prescreverá medicamento de aplicação local para amenizar a inflamação. Somente no caso da água-viva de Okinawa, a habu, se usa o vinagre de cozinha para lavar a área afetada.

Em todos os casos recomenda-se procurar um médico imediatamente.

Fontes: MedLey, Medical Note e Yaeyama-Mainichi 
Fotos: Matome Naver, Zooing, Hatena Photo Life, Flickr, Y-Mainichi e SurfKayak

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‘Zero funcionário de madrugada’ na loja smart Lawson

Publicado em 23 de agosto de 2019, em Economia

Começa na sexta-feira o expediente ‘zero funcionário na madrugada’ de uma das lojas da rede Lawson.

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À esq. equipamento que faz a leitura do código QR, para abrir a porta (ANN)

A partir de sexta-feira (23) uma das lojas de Isogo-ku, Yokohama (Kanagawa), da rede Lawson passa a funcionar no sistema “zero funcionário de madrugada” (tradução livre de 深夜に店員ゼロ), em fase experimental.  

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A loja smart reforçou a instalação de câmeras de segurança com o triplo do normal e para entrar no horário da meia-noite às 5h o cliente precisa de um código QR ou se identificar deixando tirar foto do rosto. Ele mostra o código, passando seu smartphone, em um equipamento que faz a leitura para abrir a porta. 

Duas opções para entrar na loja: código QR ou permite fotografar o rosto (Sankei)

Ao entrar há uma cortina nos caixas e na seção de bebidas alcoólicas, sem nenhuma presença de funcionário atrás dos caixas. Na realidade, sem aparecer, o único funcionário fica nos fundos fazendo controle de estoque e reposição. 

O cliente pega as mercadorias desejadas e vai para o caixa de autoatendimento fazer o pagamento. Pode pagar com dinheiro em espécie, cartão de crédito ou outros como Suica, Pasmo, PayPay, LINE Pay e outros. 

Para evitar furtos uma empresa de segurança, contratada, monitora as câmeras. Caso isso ocorra essa empresa envia imediatamente seguranças para as medidas. Além disso, o código QR contém dados do cliente. Por isso, no caso de furto fica mais fácil identificar o elemento. 

Na saída não há necessidade de passar o código QR. O período experimental é de 6 meses. 

Fontes: ANN, Sankei e IT Media

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