Shiga fornece informações sobre coronavírus em vários idiomas, incluindo português

Para que os residentes estrangeiros da província se mantenham atualizados a província disponibiliza informações em diversos idiomas.

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Página web com informações em diversos idiomas (SIA)

Os estrangeiros residentes na província de Shiga podem contar com informações sobre a disseminação do novo coronavírus, no seu idioma. 

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A Associação Internacional da Província vem traduzindo informações sobre o coronavírus para idiomas estrangeiros em seu site desde o início de fevereiro, para que as comunidades estrangeiras se informem. Uma das preocupações das cidades da província onde há muitos residentes de outros países são as notícias falsas (fake news) que circulam nas redes sociais. 

Satsuki Torigoe, funcionário da Escola Latino, cidade de Higashi Ohmi, disse “os pais estão preocupados. Os brasileiros que não conseguem ler notícias no idioma japonês trocam informações principalmente pelas redes sociais. Algumas são imprecisas e havia um boato de que parecia ter uma pessoa infectada em Koka”. 

Torigoe disse ao jornal Sankei que eles também pagam impostos, portanto, devem receber informações corretas tal qual os japoneses. Apontou também o fato de estarem preocupados com a situação econômica, já que grande parte dos trabalhadores brasileiros depende das empreiteiras.

A cidade de Koka que tem 4% da população da cidade de residentes estrangeiros, ou 3,7 mil pessoas, está usando o Facebook para postar informações sobre o assunto, em inglês e português, além do atendimento telefônico.

A página web da Associação Intercultural de Shiga com informações em diversos idiomas é http://www.s-i-a.or.jp/pt/news/488.

Fontes: Sankei e SIA

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Coronavírus afeta lojas e restaurantes no Japão

Publicado em 10 de março de 2020, em Sociedade

McDonald’s e Seven-Eleven fecham estabelecimentos porque funcionários adoeceram.

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McDonald’s e Seven-Eleven fecharam suas portas temporariamente após casos de Covid-19 entre seus funcionários (ilustrativa/PM)

Um crescente número de lojas e restaurantes no Japão está tendo que fechar suas portas temporariamente, visto que funcionários foram infectados com o novo coronavírus.

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A McDonald’s Japan, a Seven-Eleven Japan e outras companhias que têm foco nos consumidores, estão respondendo rapidamente, fechando estabelecimentos que foram atingidos pelo vírus e os desinfetando assim que as infecções são confirmadas.

Varejistas e restaurantes dependem de uma ampla variedade de pessoas para trabalhar, de donas de casa a estudantes. Devido à dificuldade de monitorar o que todos seus funcionários estão fazendo em suas horas livres, localizar e fazer face às infecções rapidamente é essencial.

Funcionária do McDonald’s em Quioto infectada

A McDonald’s Japan confirmou em 3 de março que uma funcionária em sua loja de Kisshoin em Quioto foi infectada pelo coronavírus. Após o restaurante ter entrado em contato com o governo municipal no mesmo dia, a empresa fechou a loja por volta das 21h para desinfetá-la.

A funcionária havia participado de um evento ao vivo em Osaka que ocorreu em 15 e 16 de fevereiro e foi a fonte de muitas infecções por coronavírus. Ela teve contato com clientes por 3 dias após isso.

Em resposta, a McDonald’s Japan instruiu novamente todas as suas lojas a tomarem medidas para evitar a propagação da doença e monitorar cuidadosamente a saúde dos funcionários. A rede de fast food fechou áreas de playground para as crianças em todos os seus estabelecimento desde 5 de março.

Funcionário infectado em loja da Seven-Eleven em Yamanashi

Enquanto isso, soube-se em 7 de março que um trabalhador part-time na loja de Kamiishimori da Seven-Eleven em Yamanashi foi infectado com o coronavírus. A loja foi fechada desde as primeiras horas de 8 de março.

Em Osaka, funcionário da Hamazushi infectado

A Hamazushi, rede de restaurantes de sushi, também soube em 7 de março que um funcionário em sua loja Shinwacho de Ibaraki, província de Osaka, havia sido infectado. A loja foi fechada no mesmo dia.

O funcionário da Hamazushi participou de eventos em Osaka entre 15 e 23 de fevereiro, mas não apresentou sintomas. O trabalhador mencionou que participou de eventos ao vivo após ver reportagens da mídia sobre infecções por coronavírus em shows musicais e ficou em casa voluntariamente. O homem foi posteriormente examinado em um centro de saúde pública e testou positivo para o vírus.

Enquanto o governo decida quando um restaurante pode reabrir em casos de intoxicação alimentar, uma abordagem diferente é tomada no caso de uma doença infecciosa, de acordo com o Instituto de Pesquisa de Indústria Foodservice.

No momento, operadoras esterilizam lojas afetadas por conta própria. Após a desinfecção, elas decidem quando reabrir, avaliando o risco de infecção secundária, tal como contato próximo entre funcionários, tomando medidas preventivas, disse o instituto.

A chave para bloquear a propagação de doenças infecciosas como o coronavírus em indústrias relacionadas ao consumidor é comunicação próxima e detalhadas entre esses negócios e seus funcionários.

Fonte: Asia Nikkei

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