Ator japonês sentiu mal-estar durante jogo de golfe em Okinawa

Depois de ser criticado, a agência informou a agenda do ator que saiu de Tóquio para Okinawa. Está internado para tratamento da doença causada pelo coronavírus.

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Ator Junichi Ishida (Wikipedia)

Depois de ser criticado nas mídias sociais por ter saído de Tóquio durante o período de isolamento social, a agência do ator Junichi Ishida, 66 anos, informou a sua agenda em Okinawa. 

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Ishida foi testado positivo em 15 deste mês, depois de ter tido mal-estar em Okinawa, onde é dono de um restaurante.

Ele continua internado e deu uma entrevista por telefone um dia depois para a Abema TV. Citou seu agradecimento aos médicos e enfermeiros que trabalham toda a noite no atendimento dos pacientes internados. Embora pratique exercício físico diariamente e cuide da sua alimentação, não imaginava ser infectado pelo novo coronavírus. 

E foi assim, sem saber, que acabou saindo de Tóquio no dia 10 para a primeira reunião com sua equipe do restaurante, do qual é dono, em Okinawa, das 19h30 às 22h. No dia seguinte tomou café da manhã e saiu para uma partida de golfe, onde teve o mal-estar.

No dia 12 tomou café da manhã e descansou no hotel, mas, das 16h30 às 18h teve outra reunião com sua equipe.

Na manhã seguinte (13), tomou café e depois descansou no hotel até seguir para o aeroporto de volta à sua residência na capital japonesa.

Em Okinawa, todos que tiveram contato mais próximo com ele estão de quarentena. O seu restaurante e o clube de golfe fizeram desinfecção, mas o hotel não quis dar informação.

No dia 16 a sua esposa, jogadora profissional de golfe, atualizou um post em uma das redes sociais pedindo desculpas ao público por não ter conseguido segurar o marido em Tóquio. Isso acalmou um pouco os comentários de críticas negativas das pessoas, enquanto os amigos desejam a pronta recuperação dizendo que ele não deveria saber que estava infectado. Ainda assim, sair de Tóquio, não foi uma boa escolha. “Poderia ter feito teleconferência”, apontaram alguns.

No domingo (19) a cantora Akiko Wada, amiga dele, disse no seu programa para esperar pela sua recuperação, pois está lutando contra esse vírus, ao invés de julgá-lo. Disse que gostaria de ouvi-lo depois de ter alta. 

Fontes: Sports Hochi, Abema TV, Sponichi e RBB 

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Cães podem ajudar a identificar casos de coronavírus, dizem pesquisadores

Publicado em 20 de abril de 2020, em Notícias do Mundo

Esses cães de detecção médica já são usados para identificar câncer, malária e doença de Parkinson.

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Um cão farejador e seu guia (Ilustrativa/PM)

Cães de detecção médica especialmente treinados poderiam ser a solução na falta de testes que muitos países estão tendo durante a pandemia de coronavírus.

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Os cães são capazes de farejar e detectar 750 pessoas por hora, de acordo com o chefe de uma organização sem fins lucrativos que treina cães para a área médica.

O potencial para os cães responderem à pandemia de coronavírus está sendo explorado pela Escola de Londres de Higiene e Medicina Tropical (LSHTM), pela Universidade Durham e pela organização Medical Detection Dogs.

A LSHTM publicou um comunicado de imprensa no fim de março descrevendo o projeto experimental, o qual está buscando estabilizar se os cães podem detectar seguramente a Covid-19 da mesma maneira que eles conseguem fazer com outras doenças.

Eles planejam treinar seis cães se os experimentos iniciais tiverem sucesso, de acordo com um relatório de 17 de abril divulgado pelo tabloide britânico Daily Mirror.

O treinamento envolve colocar os cães para cheirar as máscaras faciais de pacientes de coronavírus a fim de descobrir se a Covid-19 tem um odor único que pode ser identificado pelos sensos de olfato aprimorados dos caninos, disse o Mirror.

Levará várias semanas de experimento antes de saber se os cães são capazes de identificar o coronavírus.

“Ainda é cedo para a detecção do odor da Covid-19. Não sabemos ainda se a Covid-19 tem um odor específico, mas sabemos que outras doenças respiratórias alteram o odor de nosso corpo, então há uma chance que sim”, disse o professor James Logan, chefe do departamento de controle de doenças na LSHTM.

“Se sim, os cães serão capazes de detectá-lo. Essa nova ferramenta de diagnóstico poderia revolucionar nossa resposta à Covid-19”, disse.

Cães de detecção médica já sã usados para ajudar a verificar várias condições que incluem câncer, malária e doença de Parkinson.

Claire Guest, CEO do órgão beneficente Medical Detection Dogs, disse ao Mirror, “Já houve várias conquistas fantásticas no trabalho dos cães em detectar doenças humanas, e acredito que eles podem ser treinados para detectar a Covid-19”.

“Quando há falta de recursos e de testes, centenas de pessoas não podem ser identificadas de uma só vez. Mas os cães podem verificar até 750 indivíduos muito rapidamente. Ao identificar aqueles que precisam ser testados e isolados, eles podem deter a propagação”.

Um cão de detecção médica sendo treinado em Milton Keynes, Reino Unido, em 31 de março de 2020 (Business Insider)

Fonte: Business Insider

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