Tóquio considera avançar para o terceiro estágio de reabertura da capital

A medida para o estágio 3 de reabertura da cidade ocorre enquanto autoridades estão considerando suspender o “Tokyo Alert” emitido na semana passada.

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Rainbow Bridge acesa em vermelho indicando alerta contra o coronavírus em Tóquio (JNN)

Tóquio está considerando avançar para o próximo estágio de reabertura de seu quadro de referência enquanto um recente aumento nos casos de coronavírus se estabilizou, de acordo com uma reportagem local, uma medida que permitiria negócios, incluindo karaokês e parques temáticos, a reabrirem suas portas.

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A medida para o estágio 3 de reabertura da cidade ocorre enquanto autoridades estão considerando suspender o “Tokyo Alert” emitido na semana passada pedindo vigilância aumentada contra a pandemia, divulgou a TBS, citando um oficial não identificado. Ambas as medidas podem ocorrer na sexta-feira (12), de acordo com a reportagem.

O novo estágio poderia encerrar pedidos feitos a vários negócios para permanecerem fechados, permitindo a reabertura de centros de diversão e internets cafe.

Pachinkos, a maioria dos quais já reabriram apesar de solicitações do governo para se manterem fechados, também serão oficialmente permitidos. Bares e restaurantes terão permissão para servir até a meia-noite, ao contrário do horário até as 22h sob as atuais diretrizes, e eventos de grande escala de até mil pessoas poderiam ser realizados.

A governadora Yuriko Koike emitiu o alerta na semana passada após Tóquio ter registrado 34 casos em um único dia, acendendo luzes vermelhas na cênica Rainbow Bridge para alertar os residentes contra o vírus. Desde então, os casos estabilizaram, com uma média de 7 dias de 18.7 novas infecções, abaixo da referência de 20 da cidade.

Algumas instalações, como casas noturnas e locais de música ao vivo, ainda serão solicitadas a se manterem fechadas até que diretrizes nacionais sejam estabelecidas para negócios com alto risco de produzir clusters (aglomerados) de grandes proporções do vírus.

Autoridades no Japão focaram em evitar o que eles chamam de “Três Cs” (closed spaces, crowded spaces and close-contact settings) ao invés de impor medidas de distanciamento social. Houve 45 novos casos reportados a nível nacional na quarta-feira no país de 126,5 milhões.

Clubes de hostess, assim como outros estabelecimentos de entretenimento adulto, ainda seriam solicitados a permanecerem fechados, embora muitos já tenham retomado as atividades, com falta de habilidade por parte das autoridades de impor pedidos para que esses negócios não operassem.

Os dispersos distritos de entretenimento noturno da cidade vêm sendo culpados por clusters do vírus, levando autoridades a planejarem testes PCR regulares e uma linha direta de suporte para trabalhadores na indústria.

Fonte: Japan Times

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Zara fechará 300 lojas no mundo

Publicado em 11 de junho de 2020, em Notícias do Mundo

No total do grupo serão 1,2 mil lojas a serem fechadas por conta do grande prejuízo entre fevereiro a abril. Foi reflexo da pandemia do coronavírus.

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Fachada de uma das lojas em Tóquio (Wikipedia)

O grupo espanhol Inditex, dono de 8 marcas de varejo, como Zara, Pool and Bear, Bershka, Massimo Dutti e outras, informou na quarta-feira (10), sobre o fechamento de 1,2 mil lojas.

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Informou que serão 300 lojas da Zara, as de menor porte. Em relação às do Japão ainda não teve divulgação. 

Segundo o informe, teve uma queda de 44% nas receitas, entre fevereiro a abril deste ano, com prejuízo de 409 milhões de euros, pela primeira vez na sua história. Foi em consequência da quarentena por causa da pandemia do novo coronavírus.

Em contrapartida teve um aumento de 95% nas vendas online, em abril, comparando com o mesmo mês do ano passado. Por isso, pretende investir para impulsionar as lojas online, incluindo aumento do quadro de pessoal para atendimento.

As lojas do grupo Inditex estão presentes em 202 países, com 7.412 lojas, segundo dados até abril deste ano. 

Varejistas tradicionais em situação difícil

O ambiente dos negócios para o varejo de confecção está severo. Em maio deste ano a gigante norte-americana J.Crew faliu. Outra do mesmo país, a Gap, está com o pagamento interrompido dos aluguéis por causa do baixo desempenho.

A crise provocada pelo novo coronavírus atingiu as lojas físicas. Muitos dos clientes migraram para as compras online, populares nos tempos atuais. 

Mas tem uma que vai na contramão. A marca do Reino Unido, Boohoo, fundada em 2006, com modelitos fashionistas e baratos, vem lançando novos produtos um após outro, inspirados nas tendências das redes sociais. Essa marca emergente se tornou uma ameaça para as tradicionais do mercado e suas ações continuam se valorizando no mercado, com aumento de 25% desde o começo do ano.

Fontes: Nikkei e JNN

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