Egito quer US$900 milhões de empresa japonesa para liberar meganavio

O navio encalhou no Canal de Suez em 23 de março, causando interrupção significante no tráfego global ao bloquear mais de 400 embarcações.

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O navio encalhou e bloqueou o Canal de Suez em 23 de março antes de ser movimentado novamente 6 dias depois (NHK)

O massivo navio de contêineres que bloqueou o Canal de Suez no mês passado foi apreendido temporariamente em meio a um conflito sobre o valor de indenização que sua proprietária japonesa deve pagar, divulgou na terça-feira (13) a mídia local citando o presidente da Autoridade do Canal de Suez (SCA), Osama Rabie.

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Um tribunal em Ismaília, no Egito, aceitou um pedido da autoridade para apreender o Ever Given de 220 mil toneladas que é de propriedade da companhia japonesa Shohei Kisen, visto que o pagamento de indenização de US$900 milhões foi adiado, divulgou a mídia local.

O navio com bandeira do Panamá, que é operado pela Evergreen de Taiwan, encalhou no canal vital em 23 de março, causando interrupção significante no tráfego global ao bloquear mais de 400 embarcações, antes de ser finalmente movido seis dias depois.

A Shohei Kisen buscou um desconto acentuado no pagamento de indenização e a negociação sobre o valor ainda continua, teria dito Rabie à mídia local.

A companhia japonesa disse à agência de notícias Kyodo na quarta-feira (14) que estava negociando com a SCA em relação a reduzir o valor da indenização. “Ainda não estamos em um estágio de pagar” os danos, disse um oficial.

A companhia está no processo de tentar confirmar se o valor de US$900 milhões solicitados pela autoridade é apropriado.

“Gostaríamos de resolver o assunto e ver nosso navio navegando novamente, mas não podemos dizer nada certo agora porque depende das negociações”, acrescentou o oficial.

O meganavio partiu da China e seguia em direção a Roterdã na Holanda.

Fonte: News and Culture

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Variante britânica não é tão severa como temido, segundo novo estudo

Publicado em 14 de abril de 2021, em Notícias do Mundo

A variante não causa doença mais grave em pacientes hospitalizados, de acordo com novo estudo publicado no Lancet.

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Novos estudo publicado no jornal xe doenças infecciosas Lancet diz que variante britânica não é tão severa (ilustrativa/banco de imagens)

Uma variante altamente contagiosa da Covid-19 identificada pela primeira vez no Reino Unido não causa doença mais grave em pacientes hospitalizados, de acordo com novo estudo publicado na segunda-feira (12) no jornal médico de doenças infecciosas Lancet.

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A cepa, conhecida como B.1.1.7, foi identificada pela primeira vez no Reino Unido no ano passado e se tornou o tipo mais comum nos EUA, de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças – CDC americano.

O estudo analisou um grupo de 496 pacientes de Covid-19 que deram entrada em hospitais britânicos nos meses de novembro e dezembro de 2020, comparando resultados em pacientes infectados com a B.1.1.7 ou outras variantes. Os pesquisadores não encontraram diferença nos riscos de doença severa, morte ou outros resultados clínicos em pacientes com a B.1.1.7 e outras variantes.

Um estudo separado publicado pelo Lancet descobriu que vacinas provavelmente seriam eficazes contra a variante britânica, desde que não haja nenhum aumento aparente em taxa de reinfecção quando comparado com variantes não britânicas.

De acordo com pesquisadores no Reino Unido, a variante britânica era cerca de 40 a 70 por cento mais transmissível do que variantes anteriormente dominantes.

Os estudos também confirmaram as descobertas anteriores de que a B.1.1.7 era mais transmissível.

Fonte: Japan Today

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