Fluxo de pessoas aumenta em áreas turísticas no Japão com o fim da emergência

As descobertas foram baseadas em informação de localização de smartphone coletada pela Agoop.

Área de Arashiyama, em Quioto, no primeiro sábado após o fim do estado de emergência pelo coronavírus (NHK)

O tráfego de pessoas aumentou em muitas áreas turísticas no Japão no domingo (3), após o governo ter suspendido completamente seu estado de emergência da Covid-19 na sexta-feira (1º), mostrou nesta segunda-feira uma pesquisa de uma companhia privada.

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As descobertas foram baseadas em informação de localização de smartphone coletada pela Agoop Corp., uma unidade da operadora SoftBank.

A pesquisa mostrou que a média de tráfego de pedestres aumentou a 70% de 124 locais em todo o país até as 16h de domingo comparada há uma semana.

O volume de tráfego médio aumentou 38,4% na estação de Odori em Sapporo (Hokkaido), 34,7% na estação de Ueno (Tóquio) e 190,3% em Enoshima (Kanagawa).

A área de Arashiyama, local turístico na província de Quioto, viu um aumento de 47,5%, enquanto a estação de Osaka registrou crescimento de 20,7%.

Fonte: Nippon

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China pode perder metade da população em 45 anos

Publicado em 4 de outubro de 2021, em Ásia

A China poderia ter 700 milhões de cidadãos a menos até 2055, alertaram pesquisadores.

Transporte público em Huzhou, China, junho de 2021 ( banco de imagens)

A população da China poderia diminuir pela metade em 45 anos, alertaram pesquisadores, após novos dados de censo terem mostrado que a taxa de nascimentos do país caiu para um menos do que o esperado de 1.3.

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Isso significa que cada mulher está dando à luz um média de 1.3 criança em suas vidas, bem abaixo da média de 2 que é necessária para manter uma população estável.

Se a tendência continuar, analistas alertam que a atual população do país de 1,4 bilhão poderia diminuir pela metade antes do fim de 2055.

Política de filho único alterada

Por décadas, a China tentou frear a rápida expansão populacional ao limitar estritamente o número de crianças que os casais poderiam ter – mas agora está correndo para desfazer essas políticas, visto que o pêndulo balança de volta na outra direção.

Pequim adotou sua notória política de filho único em 1979 após a população do país ter quase dobrado em somente 3 décadas, colocando pressão sobre recursos.

Métodos de cumprimento rigorosos levaram a uma rápida na queda dos nascimentos, com a política relaxada somente em 2013 para permitir que famílias de filho único tivessem um outro bebê.

A política foi ainda mais abrandada em 2015 para permitir que as famílias tivessem duas crianças, e em agosto deste ano foi relaxada ainda mais para permitir 3 filhos.

Taxa de declínio

Agora, um novo documento de pesquisa de acadêmicos da Universidade X’ian Jiaotong expôs a escala do problema – alertando que a taxa de declínio pode ter sido gravemente subestimada.

Em 2019, as Nações Unidas citaram o declínio populacional da China e disseram que o país poderia esperar ter 100 milhões de pessoas a menos até 2065.

Mas o professor Jiang Quanbao agora acredita que poderia na verdade ser 700 milhões de pessoas a menos no país até o fim de 2055.

Se a taxa de natalidade cair ainda mais, então a taxa de declínio poderia ser ainda mais dramática, alerta seu mais recente documento de pesquisa.

Uma taxa de natalidade de 1 veria a população da China diminuir pela metade até 2029, escreveu.

As autoridades chinesas “precisam prestar atenção à potencial inércia negativa de crescimento populacional e fazer um plano de contramedidas com antecedência”, escreveu ele, de acordo com reportagem do South China Morning Post.

Fonte: Mail Online

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