Montadoras fazem grandes reformas nas linhas de produção para ajustar aos veículos elétricos

As peças dos veículos elétricos são mais pesadas do que os convencionais, por isso, requer ajustes nas linhas de produção para não sobrecarregar os funcionários.

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Linha de produção de carros (NHK)

À medida que se acelera a produção de VE-veículos elétricos, há um movimento crescente entre as montadoras para renovar significativamente suas linhas de produção.

Destes, na fábrica da Nissan Motor em Kaminokawa-cho (Tochigi), uma parte da linha de produção foi renovada para que os VEs com designs significativamente diferentes dos carros movidos a gasolina pudessem ser montados paralelamente.

A Nissan está reduzindo a carga dos funcionários, procurando automatizar o trabalho com a introdução de robôs no processo, para que os trabalhadores não precisem ficar sob o carro e fazer as atividades manualmente.

A montadora estabeleceu uma meta de fazer com que todos os novos modelos sejam introduzidos no mercado de veículos elétricos no Japão, Europa, Estados Unidos e China, até o início de 2030. Por isso, ajustará com flexibilidade o sistema de produção, mesmo se a demanda por VEs aumentar no futuro.  

Hideyuki Sakamoto, vice-presidente da Nissan Motor disse: “Os veículos elétricos têm peças muito pesadas, como motores e baterias, o que sobrecarrega os funcionários. Queremos reduzir os erros automatizando o trabalho e tornando-o mais fácil para trabalhar na montagem”.

Além da Nissan, a Mazda também renovou sua fábrica na cidade de Hofu (Yamaguchi) no mês passado. Há uma expectativa de revisar o processo de produção para responder ao movimento em direção aos VEs.   

Fonte: NHK

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Preço elevado dos combustíveis afeta outros segmentos, além dos motoristas

Publicado em 18 de outubro de 2021, em Economia

Agricultores, pescadores e pessoas que já precisam usar o aquecedor precisam desembolsar mais pelos combustíveis.

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Pessoa abastecendo o carro (ANN)

Até segunda-feira (18) o preço do litro da gasolina comum, que continua a subir, está com média de 162,1 ienes, o maior dos últimos 7 anos. O preço vem subindo por seis semanas consecutivas e até agora nenhum sinal de parada foi visto. Ao contrário, prevê-se que pode chegar a 170 ienes. 

Esse preço afeta também quem gosta de viajar de carro ou motocicleta, como é o caso de um japonês que está dando volta no Japão.

“Cheguei a pagar 170 ienes por litro em um posto de gasolina na província de Nagano. Então abasteci apenas mil ienes e procuro um lugar mais barato”, disse o motociclista abordado em um camping em Yamanashi, no domingo. 

Além disso, as pessoas que têm a pesca como hobby lamentam ter que desembolsar mais para ir a alto mar, pois os barcos consomem muito mais gasolina do que um carro. 

Estufa dos morangos tem custo de 150% a mais do que no ano passado

Equipamento para manter a temperatura da estufa de cultivo dos morangos (ANN)

Takashi Yamada, dono do Aikawa Strawberry House, cultivador de morangos, explicou que a estufa de 1,5 mil metros quadrados tem que ser mantida a uma temperatura de 10ºC.

Por isso, se a quantidade de óleo pesado usada no aquecedor for a mesma do ano passado, o custo será cerca de 1,5 vezes maior, o que afeta seu lucro, pois ainda não sabe se poderá repassar aumentando o preço ao consumidor.

“Não é algo que posso economizar, pois a temperatura tem que ser mantida”, lamenta o fruticultor que começa as entregas antes do Natal, para os bolos e tortas.

Querosene mais cara dos últimos 3 anos

Aquecedor a querosene da Corona (Amazon)

Além disso, o país passa por um período de onda de frio e nas províncias ao norte, as pessoas já começaram a usar o aquecedor a querosene. Um galão de 18 litros está custando em média 1,7 mil ienes em Fukushima. 

Em Iwate o litro da querosene está custando em média 102 ienes, com aumento de ¥27 em relação ao mesmo período do ano passado. Por um galão se desembolsa ¥1.836. É a primeira vez em três anos desde 2018 que o preço excede 100 ienes nesta época.

Fontes: ANN, Gogo e IBC

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