Sexta-feira: 1,4 mil novos casos

Somente a província de Fukui teve zero de pessoas infectadas pelo coronavírus.

SARS-CoV-2 (CDC)

Na sexta-feira (1.º) o número de pessoas testadas positivo para o novo coronavírus no Japão foi de 1,4 mil em 46 províncias, incluindo as 4 nos aeroportos.

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Foram 14 em Gunma, 17 em Tochigi, 28 em Ibaraki, 75 em Chiba, 105 em Saitama, 117 em Kanagawa e 200 em Tóquio.

Osaka teve novamente um número superior à capital japonesa, de 240. Foram 84 em Hyogo, 35 em Quioto, 20 em Shiga, 30 em Ishikawa, 25 em Hiroshima, 40 em Fukuoka e 41 em Okinawa.

Na região Tokai foram 11 em Mie, 14 em Shizuoka, 37 em Gifu e 88 em Aichi, sendo 38 em Nagoia, 5 em Toyota, 4 em Okazaki, 3 em Ichinomiya e em Toyohashi, entre outras cidades. 

Na província de Gifu o cluster do restaurante indiano aumentou para 137 pessoas. 

O número de pacientes em tratamento caiu para 24.844, dos quais 778 estão em estado grave. 

Foram 34 óbitos no dia, sendo 14 em Tóquio, 5 em Okinawa, 3 em Saitama e em Kanagawa, além de outras províncias.   

Na quarta-feira (29) foram realizados 47.408 testes PCR.

Número de casos, por província, na sexta-feira (NHK)

Fontes: News Digest, Nagoya TV e NHK

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‘Erro humano’ causou contaminação de vacinas da Moderna, diz farmacêutica do Japão

Publicado em 2 de outubro de 2021, em Sociedade

O Japão disse que as partículas de aço inoxidável encontradas nos frascos das vacinas não representaram qualquer risco adicional à saúde.

Frasco de vacina da Moderna (banco de imagens)

A Takeda Pharmaceutical do Japão disse na sexta-feira (1º) que “erro humano” fez com que contaminantes de metal entrassem nos frascos de doses de vacina da Moderna, levando a um recall.

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A Takeda, que importa e distribui a vacina no Japão, e a Moderna, disseram em um relatório que uma fabricante espanhola descobriu os contaminantes em alguns frascos em julho, mas fornecimentos da mesma produção tiveram permissão para serem enviados ao Japão.

Autoridades japonesas em agosto suspenderam o uso de 3 lotes de vacinas da Moderna contendo 1,63 milhão de doses após ser notificada sobre a contaminação. A Moderna conduziu uma investigação em parceria com a Takeda e a fabricante espanhola Rovi, que opera a planta onde a contaminação ocorreu.

O novo relatório disse que o problema se originou de “montagem incorreta e foi devido a erro humano específico em julgar visualmente de forma errada o espaço exigido de 1mm entre a roda-estrela e a tampa” da máquina que coloca a parte de cima nos frascos das vacinas.

Um total de 5 lotes sequenciais de vacina da Moderna fabricada na Rovi entre 27 de junho e 3 de julho foram investigados. Os 3 primeiros foram enviados ao Japão e posteriormente recolhidos após a descoberta de partículas, depois determinadas que eram aço inoxidável, dentro de 39 frascos.

Mas um quarto lote teve inspeção falha após a descoberta de partículas em 2 de julho, e um quinto lote também foi mantido pela Rovi. Os problemas com os lotes 4 e 5 foram reportados para a Moderna, Takeda e o Ministério da Saúde do Japão, mas o três primeiros foram liberados para uso porque “passaram na inspeção e não foram considerados impactados”.

De fato, a organização incorreta “levou ao problema persistindo por toda a série de cinco lotes”, mostrou a investigação.

Procedimentos de operação melhorados e uso de uma nova ferramenta de precisão ajudarão a evitar uma recorrência, disse o relatório.

As companhias e o ministério do Japão disseram que as partículas de aço inoxidável não representaram qualquer risco adicional à saúde.

Fonte: Nippon

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