Cerca de 2 mil erros reportados na vacinação contra Covid-19

O erro mais comum foi o intervalo errado entre doses, ou muito longo ou não longo o suficiente, entre a 1ª e 2ª doses

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Ilustrativa (banco de imagens)

Um total de 1.805 erros foram cometidos no programa de vacinação contra coronavírus até 30 de setembro, revelou o Ministério da Saúde do Japão, citando relatórios dos municípios.

Cerca de 164 milhões de injeções foram administradas no total, o que significa que erros ocorreram em 1.1 de cada 100 mil doses.

Os erros incluíram 170 casos em que pessoas foram colocadas sob risco de infecções sanguíneas, incluindo casos de seringas usadas injetadas em outras pessoas.

O erro mais comum foi o intervalo errado entre doses – ou muito longo ou não longo o suficiente – entre a primeira e segunda doses. Houve 526 incidências do tipo.

O ministério da saúde também reportou que 246 doses “desnecessárias” foram administradas. Isso inclui casos em que terceiras doses foram aplicadas, apesar do governo ainda ter que iniciar o programa de vacinas de reforço.

O número também inclui casos em que seringas sem conteúdo foram inseridas nos braços das pessoas. Em 61 casos, pessoas mais jovens do que o grupo etário alvo receberam doses.

O ministério acrescentou que profissionais da saúde administraram 74 doses em pessoas que apareceram para tomar uma outra vacina, como de influenza. O governo instruiu municípios a tomarem medidas para evitar que esses casos aconteçam novamente.

Autoridades sugeriram que tanto profissionais médicos como quem recebe a vacina indiquem verbalmente o nome do imunizante antes de ser injetado para garantir que o correto está sendo administrado.

Fonte: Asahi

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Vacina contra HPV reduz taxas de câncer cervical em cerca de 90%

Publicado em 5 de novembro de 2021, em Notícias do Mundo

A Cancer Research UK descreveu as descobertas como ‘históricas’ e disse que isso mostrou que a vacina estava salvando vidas.

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Papiloma vírus em 3D (ilustrativa/banco de imagens)

A vacina contra o HPV (vírus do papiloma humano) está reduzindo os casos de câncer cervical em cerca de 90%, mostram os primeiros dados de mundo real.

A Cancer Research UK descreveu as descobertas como “históricas” e disse que isso mostrou que a vacina estava salvando vidas.

Quase todos os casos de câncer cervical são causados por vírus, e a esperança na vacinação poderia quase eliminar a doença.

Os pesquisadores disseram que o sucesso significou que as pessoas vacinadas poderiam realizar menos exames também.

O cervical é o quarto tipo de câncer mais comum entre mulheres no mundo, causando a morte de mais de 300 mil a cada ano.

Cerca de 9 entre 10 óbitos ocorrem em países de baixa e média renda onde há pouco acesso a exames de câncer cervical. A esperança na vacinação terá um impacto ainda maior nesses países do que em nações mais ricas como o Reino Unido.

Mais de 100 países começaram a usar a vacina como parte dos planos da Organização Mundial da Saúde para chegar perto da eliminação do câncer cervical.

No Reino Unido, a vacina é disponibilizada para meninas de 11 a 13 anos, dependendo de onde elas moram. Ela também tem sido oferecida a meninos desde 2019.

A vacina contra HPV pode prevenir apenas infecção e não pode livrar o corpo do vírus uma vez que foi contraído. Os vírus são tão abrangentes que a imunização precisa ser destinada a jovens antes de começarem a ser sexualmente ativos.

O estudo analisou o que aconteceu após a vacina ter sido introduzida para meninas na Inglaterra em 2008.

Essas jovens são agora adultas na faixa dos 20 anos. O estudo mostrou uma redução nas lesões pré- cancerígenas e 87% de diminuição no câncer cervical.

As reduções foram menos significativas quando adolescentes mais velhas foram imunizadas como parte de uma campanha. Isso é porque menos adolescentes mais velhas decidiram tomar a vacina e elas podem já ter iniciado vida sexual ativa.

No geral, o estudo estimou que o programa de HPV preveniu cerca de 450 cânceres e 17.200 lesões pré-câncer.

Fonte: BBC

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