Pigcasso: obra de porquinha pintora é vendida por 27 mil dólares

Uma pintura feita pela porca Pigcasso fez história após a sua mais recente obra ter sido vendida por um recorde de cerca de 27 mil dólares.

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A obra de uma porca pintora chamada Pigcasso que foi salva do abate quando era filhote foi vendida por um preço recorde de cerca de 27 mil dólares.

A pintura, Wild and Free, foi comprada em 13 de dezembro por um colecionador alemão chamado Peter Esser.

Ela bate o recorde anterior de cerca de 20 mil dólares para a obra de arte feita por um animal, estabelecido em 2005 por um chimpanzé chamado Congo.

A pintura é um quadro amplo destacando riscos acrílicos em azul, verde e branco a qual Pigcasso levou várias semanas para completar.

O animal artista criou centenas de pinturas nos últimos cinco anos após ter sido salvo do abate quando era jovem pela sua dona, Joanne Lefson.

Joanne e Pigcasso vivem no Farm Sanctuary SA – um local para animais de fazenda resgatados no Vale de Franschhoek na África do Sul.

Fonte: Daily Mail

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Nova Zelândia relaciona morte de homem de 26 anos à vacina da Pfizer

Publicado em 20 de dezembro de 2021, em Notícias do Mundo

Autoridades na Nova Zelândia dizem que a morte do homem pode estar ligada a uma inflamação no coração após ele tomar vacina da Pfizer.

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Frascos de vacina da Pfizer-BioNTech (banco de imagens)

Autoridades na Nova Zelândia disseram nesta segunda-feira (20) que haviam ligado a morte de um homem de 26 anos à vacina contra coronavírus da Pfizer após ele ter sofrido miocardite, uma rara inflamação no músculo do coração, depois de ter tomado sua primeira dose.

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A morte é a segunda na Nova Zelândia ligada a um efeito colateral conhecido, porém raro, da vacina após autoridades da saúde terem reportado em agosto o óbito de uma mulher após tomar suas doses.

O homem, que morreu dentro de duas semanas após sua primeira dose de vacina, não havia buscado aconselhamento médico ou tratamento para seus sintomas.

A miocardite é uma inflamação do músculo do coração que pode limitar a habilidade do órgão de bombear sangue e causar mudanças nos ritmos cardíacos.

Um porta-voz da Pfizer disse que a companhia estava ciente do relato da morte na Nova Zelândia, monitorou todas as descrições de possíveis eventos adversos e continuava a acreditar que o perfil risco-benefício para a vacina era positivo.

Fonte: CNBC

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