‘Otoshidama’: pesquisa mostra quanto foi dado para cada criança

Uma parte ofereceu entre 3 a 5 mil, outra foi de 5 a 10 mil e outra acima de 10 mil ienes.

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Exemplo de envelope de ‘otoshidama’ com 5 mil ienes (Wikimedia)

As crianças do Japão continuam recebendo envelopes com dinheiro em espécie para guardarem na poupança ou para gastarem com o que quiserem. Essa tradição do otoshidama é bem antiga e ainda é oferecida pelos pais, tios e avós. Por isso, dependendo da família há crianças que ganham uma bolada no Ano Novo

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O Yahoo! fez uma pesquisa entre seus internautas para verificar os valores mais dados para as crianças. Veja que não necessariamente são crianças, pois muitos pais e avós costumam ofertar para os seus filhos e netos, mesmo na idade adulta. 

A pesquisa segue até 10 deste mês, mas a análise até segunda-feira (3), foi de 18.954 pessoas votantes. 

Dentre esse grande número 12% responderam não ter intenção de dar, enquanto 2% deu menos de mil ienes.

Veja os resultados dos valores entre mil e acima de 10 mil ienes:

  • 14% entregaram entre mil até 3 mil ienes
  • 21% deram entre 3 mil até 5 mil ienes
  • 27% entregaram entre 5 mil até 10 mil ienes
  • 22% presentearam com mais de 10 mil ienes

O importante é a alegria de dar e receber. Mas se tiver bastante dinheiro, melhor ainda.

Parece pouco, mas se contar desde quando é bebê até os 18 anos, e se poupar tudo o que ganhar, poderá ter uma soma de mais de 500 mil ienes. Se ganhar 10 mil ienes dos pais, dos avós e dos tios, supondo que sejam 4 envelopes por ano, a soma é de 720 mil ienes.

Fonte: Yahoo!

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Okinawa: pior índice de infecção pelo coronavírus e aumento de casos de ômicron

Publicado em 3 de janeiro de 2022, em Sociedade

O índice de infecção em Okinawa chegou a 15, considerado crítico, e o pior do país. A variante ômicron está disseminando rapidamente.

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SARS-CoV-2 (Pixabay)

No domingo (2) o governador da província de Okinawa, Denny Tamaki, realizou uma reunião de emergência por causa da rápida disseminação da variante ômicron do novo coronavírus

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Desde 30 de dezembro a província vem confirmando mais de 40 novos casos por dia. No primeiro dia do ano, sábado, foram 52 e no domingo (2) foram 51. O aumento de domingo em relação à semana anterior foi de 243%.

O total de confirmações da variante ômicron chegou a 65 até domingo, com possibilidade de aumento, pois 234 pessoas tiveram contato próximo com as testadas positivo. 

Infecção explosiva nas bases americanas

Nas bases militares a infecção pelo novo coronavírus continua explosiva. No sábado foram 235 e no domingo, 70.  De 30 de dezembro a 2 de janeiro foram confirmados 448 testados positivo nas bases.

Nessa reunião, Tamaki destacou que “a disseminação na província, tanto do coronavírus quanto da variante ômicron, foi por causa das bases americanas”.

Governador Tamaki mostra índices de Okinawa (Okinawa Times)

“Não há como não dizer que há uma falta de consciência de que a propagação da infecção da variante ômicron na província é proveniente dos militares dos Estados Unidos”, pontuou, pois tudo começou com um cluster no Camp Hansen, em Kin. 

Maior índice de infecção do Japão é em Okinawa

Por causa disso, a variante se disseminou pela província, especialmente durante o feriado de final e começo de ano, por isso, pediu medidas ainda mais rigorosas à população.

A média da infecção pelo novo coronavírus em Okinawa chegou ao nível crítico de 15 a cada 100 mil habitantes. Dependendo da área chegou a 31, como na cidade de Okinawa e 26 nas cidades e vilas do norte da província.

Em segundo lugar no país vem Gunma, com índice de 6, e em terceiro, Tóquio, com 5.

Dois tipos da variante ômicron em Okinawa

O Instituto Nacional de Doenças Infecciosas explicou que em relação à variante ômicron confirmada em Okinawa, das bases americanas, é altamente possível que sejam de dois tipos. As primeiras foram encontradas em funcionários do Camp Hansen, depois se espalhou para os familiares que não trabalham na base.  

Um dos 2 tipos foi encontrado também no coronavírus de funcionários japoneses que trabalham na Base Aérea de Kadena. A mesma cepa foi encontrada nos vírus de diversas pessoas que não trabalham nas bases. Por isso, a variante ômicron, com infecção comunitária, está se espalhando rapidamente pela província.

Fontes: Mainichi, Okinawa Times, Ryukyu Shimpo e NHK

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