Abenomask: ¥1 bilhão para enviar, ¥60 milhões para descartar

Governo abriu inscrições para entrega das 80 milhões de Abenomask que continuam em estoque, mas recebeu muito mais pedidos do que o esperado.

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Imagem: Nishi Nihon Shimbum

O governo japonês abriu em dezembro do ano passado inscrições para entrega de mais de 80 milhões de Abenomask que estavam em estoque sem uso, para interessados. Segundo o Secretário do Gabinete Matsuno, o governo recebeu um total de pedidos de 280 milhões de unidades.

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As inscrições poderiam ser feitas pelos cidadãos, empresas e organizações governamentais, sendo que o limite era de 100 unidades por pedido. Ao todo, foram feitos 370 mil pedidos, revela o Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-estar.

O governo considera distribuir as unidades disponíveis igualmente entre os inscritos já que houve uma demanda muito grande.

Inicialmente, o ex-primeiro-ministro Abe havia produzido cerca de 140 milhões de máscaras de pano, mas aproximadamente 82 milhões sobraram e ficaram estocadas. Até o momento, foram gastos ¥600 milhões com armazenamento.

Na terça-feira (1), fontes do governo revelaram que o custo para o envio das 80 milhões de máscaras poderia ultrapassar ¥1 bilhão em estimativas iniciais. Entretanto, o descarte das máscaras poderia ser feito com ¥60 milhões.

“Muitas pessoas devem estar pensando que, jogar fora seria mais barato. Se (as máscaras) forem usadas corretamente, podem gerar efeito econômico”, disseram as autoridades. Entretanto, responsáveis do ministério comentaram que ainda estão calculando os custos de entrega, e não é possível afirmar um valor exato no momento.

Fonte: Nishi Nihon Shimbum

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Risco de infecção pela ômicron aumenta dentro de 50cm mesmo com uso de máscara

Publicado em 3 de fevereiro de 2022, em Sociedade

Uma simulação sobre a propagação das gotículas de coronavírus usando o computador Fugaku foi feita pelo instituto RIKEN.

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Ilustrativa (banco de imagens)

Uma simulação usando um supercomputador mostra que o risco de infecção pela variante ômicron do coronavírus aumenta quando as pessoas conversam umas com as outras dentro de uma distância de 50cm, mesmo quando elas estão de máscara.

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Uma equipe de cientistas do instituto de pesquisa RIKEN e outros conduziram a simulação sobre a propagação das gotículas de coronavírus usando o computador Fugaku.

A simulação foi baseada em casos passados de infecções em cluster presumindo que a variante ômicron é 50% mais infecciosa do que a delta.

Os resultados mostram que a taxa média de infecção durante uma conversa de 15 minutos com uma pessoa infectada pela ômicron que estava usando máscara foi quase nula quando a outra estava a um metro de distância ou mais.

Porém, a taxa aumentou para cerca de 14% quando elas estão dentro de 50cm de distância uma da outra.

Os pesquisadores alertam que as pessoas devem manter distância suficiente umas das outras quando estão usando máscara.

Quando uma pessoa infectada não estava usando máscara, a taxa de infecção aumenta para cerca de 60% dentro de uma distância de 1 metro, e cerca de 100% dentro de 50cm.

No caso de sentar perto uma da outra em um evento, a taxa de infecção foi de 40% para pessoas sentadas próximas a um indivíduo infectado que estava usando máscara.

Mas ela aumenta a 50% em pessoas próximas se o indivíduo infectado não estiver usando a proteção facial.

Os pesquisadores descobriram que praticar o distanciamento ajudou a manter o risco de infecção baixo.

O líder da pesquisa, Makoto Tsubokura, diz que além de usar máscara é importante pensar sobre o tempo de conversação e distância quando as pessoas conversam com outras.

Fonte: NHK

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