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O que saber sobre a vacinação das crianças contra o coronavírus

Publicado em 22 de fevereiro de 2022, em Sociedade

Há cidades que irão iniciar a vacinação infantil ainda este mês e outras a partir de março. Veja os efeitos colaterais e prós e contra da vacina.

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Menina recebendo vacina (Flickr)

No Japão a vacinação infantil – de 5 a 11 anos – contra o novo coronavírus deverá começar ainda este mês, dependendo da prefeitura. Depois de ler sobre os efeitos colaterais e outras informações, decida se irá inocular ou não seus filhos.

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Em primeiro lugar, a vacinação para as crianças não é obrigatória. O governo está agilizando porque o índice de infecção entre as crianças desde a tenra idade está elevado nesta sexta onda. 

O consentimento dos pais é necessário, por isso, o MHLW-Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar incentiva crianças e pais a discutirem o assunto, além de consultarem o médico da família para tomar decisão com base em dados de eficácia e segurança. Crianças com doenças respiratórias e com comorbidade correm alto risco de agravamento do quadro da covid, portanto, são incentivadas a receber vacinas.

Os princípios ativos da dose da vacina infantil foram reduzidos a ⅓ da aplicada em adolescentes, adultos e idosos. A inoculação é em duas doses, abrindo um intervalo de 3 semanas para a segunda.

Eficácia da vacinação

Segundo os resultados dos ensaios clínicos realizados pela Pfizer, nos EUA e Espanha, em mais de 2,2 mil crianças de 5 a 11 anos, o efeito de prevenção à infecção pelo coronavírus foi de 90,7%

O nível de anticorpos neutralizantes aumenta para o mesmo de quando vacinado entre as idades de 16 e 25 anos.

Em relação aos efeitos colaterais após a inoculação, foram geralmente leves a moderados, portanto, atestou-se que é segura.   

Efeitos colaterais observados

Vacina da Pfizer-BioNTech para as crianças (NHK)

Os sintomas como dor e mal-estar no local inoculado apareceram, mas a maioria deles cedeu em cerca de 1 a 2 dias e foi leve a moderado.

Os sintomas foram:

  • A dor na área aplicada foi de 74% após a primeira inoculação e 71% após a segunda
  • O mal-estar foi de 34% na primeira vez e 39% na segunda  
  • Dor de cabeça 22% na primeira vez e 28% pela segunda  
  • A vermelhidão do local aplicado foi de 15% na primeira vez e 19% na segunda 
  • O inchaço do local aplicado foi de 10% na primeira vez e 15% na segunda 
  • A dor muscular foi de 9% na primeira vez e 12% na segunda
  • A sensação de calafrio foi de 5% na primeira vez e 10% na segunda 
  • A febre de 38 graus ou mais foi de 3% na primeira vez e 7% na segunda, por isso, 14% tomaram antipirético após a primeira dose e 20% depois da segunda

Nos EUA, as pessoas podem relatar sintomas após a vacinação, mesmo que não se saiba se é devido isso. Na análise de 4.149 casos, 97,6% dos casos notificados, não são graves. Veja:

  • 7,6% relataram vômito
  • 7% relataram febre
  • 6,2% tiveram dor de cabeça  
  • A taxa de desmaio foi de 6,2%  
  • 5,8% relataram tontura    
  • 4,8% relataram mal-estar

Benefícios x riscos 

Criança sendo vacinada nos EUA (NHK)

A Comissão de Vacinas do CDC-Centro de Doenças Infecciosas dos Estados Unidos, apontou os benefícios em vacinar as crianças.  

  • Tem o efeito de prevenir o contágio e o agravamento da doença
  • Não dissemina o coronavírus 
  • Pode passar o tempo na escola com tranquilidade

 Porém, apontou também os riscos:

  • Pode ocorrer reação de curto prazo 
  • Pode ocorrer uma rara reação como miocardite

Uma parcela não pensa em vacinar

Uma enquete realizada online, em Koto-ku, Tóquio, entre 10 e 13 deste mês, entre os pais das crianças alvo da vacinação, obteve os seguintes resultados:

  • 20% não pensa em inocular 
  • 31% pensa em vacinar o mais rápido possível
  • 49% considera analisar a situação e se souber que não há problemas pensa em vacinar as crianças

A vacinação proporcionará tranquilidade para as crianças irem para a escola, fazer aulas de reforço e atividades extracurriculares, além de poderem sair para brincar com os amigos. Mas, os pais devem analisar se inoculam ou não, baseados nessas informações de resultados de pesquisa e ensaios clínicos. 

Nos países como EUA, França e Canadá a vacinação infantil foi recomendada. No Reino Unido e na Alemanha, é possível vacinar crianças com alto risco de adoecer gravemente ou que convivem com pessoas com sistema imunológico debilitado.

Fonte: NHK 

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