Indústria de processamento de metais e autopeças de Gunma pede falência

Essa indústria, localizada na cidade vizinha de Oizumi, entrou com pedido de falência.

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Imagem da planta da indústria Maruyama (Câmara de Comércio de Chiyoda)

O jornal Jomo informou na terça-feira (22) que a indústria de processamento de metais Maruyama, instalada em Chiyoda-cho (Gunma), iniciou o processo de pedido de falência ao Tribunal Distrital de Ota. 

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De acordo com a informação do Teikoku Databank, filial de Ota, a dívida total é de cerca de 655 milhões de ienes.

A indústria Maruyama foi fundada em 1999. Com empresas relacionadas à Panasonic como seus principais clientes, fornecia consistentemente matéria-prima para os equipamentos de congelamento e refrigeração, como o processamento de prensas, montagem e tratamento de superfície de peças. Também fabrica autopeças

Chegou a ter um faturamento bruto de 1,75 bilhão de ienes no fechamento do ano fiscal em março de 2002, mas os pedidos diminuíram devido à deterioração do desempenho dos negócios dos principais clientes e ao fortalecimento da produção no exterior de outras empresas. 

Tentou prospectar novos clientes, mas as vendas caíram ainda mais por causa da epidemia do coronavírus. 

Soube-se que os pagamentos às instituições financeiras estavam programados para serem retomados em fevereiro, mas decidiu desistir da continuidade das atividades..

Segundo a filial do Teikoku Data Bank, este é o 55.º caso de falência relacionado à epidemia do novo coronavírus, na província de Gunma.

Fonte: Jomo Shimbun

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Japão protesta contra a detenção do diplomata pelas autoridades chinesas

Publicado em 23 de fevereiro de 2022, em Política

Por causa dessa ocorrência o Ministério das Relações Exteriores do Japão protesta severamente.

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Embaixada do Japão em Pequim (NHK)

Um funcionário da Embaixada do Japão em Pequim, durante o expediente, foi detido repentinamente por algumas horas, pelas autoridades chinesas na tarde de segunda-feira (21). 

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Foi liberado depois de algumas horas e não teve ferimentos.

Na noite de terça-feira (22), o Ministério das Relações Exteriores do Japão protestou duramente e exigiu um pedido de desculpas e prevenção de reincidência, dizendo que foi um ato que violou a Convenção de Viena sobre Direito dos Tratados, pois os diplomatas têm o privilégio de não serem presos.

Takeo Mori, vice-ministro das Relações Exteriores, recebeu como resposta do encarregado de Negócios da Embaixada da China do Japão “vou reportar ao meu país”, e não se desculpou pela prisão temporária do diplomata japonês.

Fontes: NHK, Yomiuri e Sankei

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