Brasileiro de Gunma é preso como suspeito de tentativa de homicídio

Segundo a polícia, o brasileiro esfaqueou uma pessoa em decorrência de uma discussão.

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Kishida diz que invasão da Ucrânia pela Rússia pode levar o mundo à maior crise pós-guerra

Publicado em 28 de março de 2022, em Sociedade

Kishida enfatizou a importância de fortalecer a cooperação entre as Forças de Autodefesa e a Guarda Costeira do Japão.

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Fumio Kishida fez um discurso em uma cerimônia de graduação da Academia de Defesa Nacional no domingo, 27 de março (NHK)

A invasão da Ucrânia pela Rússia ameaça sacudir o fundamento da ordem internacional e poderia potencialmente levar o mundo para “a maior crise” desde a 2ª Guerra Mundial, disse o primeiro-ministro Fumio Kishida no domingo (27).

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O Japão não descartaria quaisquer opções de fortalecer fundamentalmente suas capacidades de defesa, enquanto o governo tem a intenção de revisar a Estratégia de Segurança Nacional, uma diretriz a longo termo, até o fim do ano, e outros dois documentos fundamentais e sua construção de defesa, disse Kishida em um discurso em uma cerimônia de graduação da Academia de Defesa Nacional.

O Japão está decidido em ajudar a Ucrânia, visto que suas ações, junto com outros países, determinarão o futuro estado da comunidade internacional, enquanto os ataques da Rússia contra o país no leste europeu continuam, disse ele.

O ataque unilateral da Rússia contra a Ucrânia poderia encorajar a China a atacar Taiwan, a qual Pequim vê como uma província renegada aguardando reunificação por força se necessário, dizem especialistas diplomáticos e da defesa.

“O ambiente de segurança que rodeia nosso país está se tornando marcadamente mais grave” dadas as tentativas cada vez mais ousadas pela China nos últimos anos em mudar unilateralmente o status quo (estado das coisas) nos mares do leste e sul da China, assim como sucessivos lançamentos de mísseis balísticos pela Coreia do Norte, disse Kishida.

Ele enfatizou a importância de fortalecer a cooperação entre as Forças de Autodefesa e a Guarda Costeira do Japão, visto que a China afirma soberania sobre as Senkaku, um grupo de ilhas desabitadas administradas pelo Japão no Mar do Leste da China, enviando frequentemente navios nas proximidades para projetar seu poder.

Fonte: Mainichi

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