Forte terremoto de magnitude 7,3 atinge o nordeste do Japão

O terremoto mediu 6 +, o segundo nível mais alto da escala de intensidade sísmica japonesa, em partes de Fukushima e da província vizinha de Miyagi.

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O terremoto na costa da província de Fukushima mediu 6+ na escala de intensidade sísmica japonesa (NHK)

Um forte terremoto ocorreu ao largo da costa da província de Fukushima, nordeste do Japão, por volta das 23h36 de quarta-feira (16).

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O terremoto mediu 6 +, o segundo nível mais alto da escala de intensidade sísmica japonesa que vai até 7, em partes de Fukushima e da província vizinha de Miyagi, de acordo com a Agência de Meteorologia do Japão – AMJ.

Na escala Richter, a magnitude registrada foi de 7,3.

A agência emitiu um alerta de tsunami para áreas costeiras nas duas províncias.

O governo estabeleceu uma força-tarefa no centro de gestão de crise no escritório do primeiro-ministro.

Massivos cortes de energia na área coberta pela TEPCO

A Tokyo Electric Power Company – TEPCO diz que mais de 2.09 milhões de residências em 9 províncias em sua área de serviço ficaram sem energia elétrica após o terremoto de magnitude 7,3 na escala Richter ter atingido o nordeste do Japão.

Essas incluem mais de 700 mil lares em Tóquio, 300 mil em Kanagawa, 290 mil em Saitama, 210 mil em Chiba, 220 mil em Ibaraki, 120 mil em Tochigi, 80 mil em Gunma, 110 mil em Yamanashi e 26 mil em Shizuoka.

A TEPCO está trabalhando para a recuperação e investigando a causa.

Fonte: Nippon, NHK

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Hospital da Ucrânia está sob controle dos militares russos, com 400 civis como reféns

Publicado em 16 de março de 2022, em Notícias do Mundo

A cidade continua sob fogo cruzado dos soldados da Rússia e civis tentam sair da cidade para se protegerem. A Rússia não tem respeitado o cessar-fogo durante a evacuação dos civis.

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Um dos 104 hospitais destruídos e socorristas tentam salvar uma gestante, na segunda-feira (Ukrinform)

A Ucrânia não recebeu resposta do Comitê Internacional da Cruz Vermelha sobre os corredores humanitários para a evacuação de civis na quarta-feira (16).  

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A questão da criação de tais corredores continua sem solução para Izium e Mariupol, disse Iryna Vereshchuk, vice-primeira-ministra, ministra para a Reintegração dos Territórios Temporariamente Ocupados da Ucrânia.

Ela enfatizou que nos últimos dias, quando os corredores humanitários foram abertos, a Rússia recorreu a violações grosseiras dos acordos de cessar-fogo.

Os ocupantes abriram fogo contra comboios humanitários, assentamentos bombardeados e pontos de encontro para civis que tentavam fugir da zona de guerra, além de fazer reféns pessoas que escoltavam os comboios. Um de nossos socorristas, Oleksiy Danchenko, ainda está preso”, disse.

Vice-primeira-ministra da Ucrânia, Iryna Vereshchuk, em pronunciamento na quarta-feira (Ukrinform)

Vereshchuk também lembrou que em 15 de março, invasores russos tomaram as instalações de um hospital de terapia intensiva em Mariupol, fazendo reféns 400 funcionários civis da instituição. Eles estão atualmente usando o hospital como um ponto de tiro. Isso representa uma enorme ameaça ao movimento de civis ao longo dos corredores humanitários.

“Em tais condições, não podemos retirar as pessoas com segurança”, disse Vereshchuk.

Mariupol é uma cidade com 500 mil habitantes, atacada pelos militares da Rússia, mas 20 mil conseguiram sair. Na terça-feira (15) dois mil carros conseguiram sair da cidade, às 14h, com destino a Zaporizhia, para obtenção da ajuda necessária. Outros 2 mil veículos saíram mais tarde. 

Na segunda-feira (14), quase 150 mil pessoas usaram os corredores humanitários em toda a Ucrânia, para serem evacuados para locais seguros.

Desde 24 de fevereiro a Ucrânia está sob a artilharia da Rússia, atacando residências, hospitais, universidades, escolas e outros, para matar civis, incluindo as crianças.

Post de 4 deste mês mostra pai chorando diante do corpo sem vida do filho em Mariupol.

Fontes: FNN e Ukrinform

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