Um mês de ataque da Rússia massacrando a Ucrânia

O presidente Zelensky disse em vídeo que o Estado e o povo vem resistindo heroicamente à invasão implacável da Rússia.

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Bombardeio russo em um prédio de apartamentos (Ukrinform)

“Em 24 de março completamos um mês da nossa resistência. Resistência heroica do Estado e do povo ucraniano à invasão implacável da Rússia. Um mês de nossa defesa contra a tentativa de nos destruir”, disse Volodymyr Zelenski, o presidente, na abertura do vídeo de mensagem.

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“O plano original das tropas russas falhou já nos primeiros dias da invasão. Eles achavam que os ucranianos ficariam assustados. Eles achavam que os ucranianos não iriam lutar. Eles estavam errados”, enfatizou.

Crueldades das tropas da Rússia

“As tropas russas destroem nossas cidades. Matam civis indiscriminadamente. Estupram mulheres. Raptam crianças. Atiram nos refugiados. Capturam os comboios humanitários. Estão envolvidos em saques. Queimam museus, explodem escolas e hospitais. Os alvos são universidades, bairros residenciais… Qualquer coisa! As tropas russas não conhecem os limites do mal”, destacou.

Protesto pela paz

Zelensky em vídeo com mensagem para o povo de seu país

Zelensky salientou os valores da paz e da liberdade que dão sentido à vida. Falou que este é apenas o começo para a Rússia em terras ucranianas. A Rússia está tentando derrotar a liberdade de todas as pessoas na Europa. De todas as pessoas do mundo. Mostrar que apenas a força bruta e cruel importa.

Convocou o povo ucraniano, da Europa e do mundo para um protesto pela paz em 24 de março. Agradeceu a todos os países que enviam apoio, o que significa apoio à liberdade.

10 milhões de ucranianos deixaram suas casas

Cidade da Ucrânia destruída (©UNDP Ukraine)

Há um mês, a Federação Russa lançou uma invasão maciça do território soberano da Ucrânia, violando a Carta da ONU, disse o secretário-geral da Organização das Nações Unidas.

“Isso foi feito após meses de construção de uma força militar de proporções esmagadoras ao longo da fronteira ucraniana. Desde então, assistimos a um terrível sofrimento humano e destruição em cidades, vilas e aldeias”.

Destacou que bombardeios sistemáticos que aterrorizam civis, atacando hospitais, escolas, prédios de apartamentos e abrigos.

“E tudo isso está se intensificando – ficando mais destrutivo e mais imprevisível a cada hora”, lamentou.

Segundo ele, dez milhões de ucranianos foram forçados a deixar suas casas e estão em movimento.

É hora de parar com essa guerra absurda

O povo ucraniano está enfrentando um inferno – e as reverberações estão sendo sentidas em todo o mundo com os preços vertiginosos de alimentos, energia e fertilizantes ameaçando se transformar em uma crise global de fome.

Os países em desenvolvimento já estavam sufocando sob o ônus da covid e a falta de acesso a financiamento adequado.

Agora também estão pagando um alto preço como resultado desta guerra”, apontou António Guterres.

É hora de parar com essa guerra absurda”, finalizou.

Fontes: Ukrinform e ONU

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Juiz ordena pagamento de indenização pela morte da paciente após cirurgia plástica do nariz

Publicado em 24 de março de 2022, em Sociedade

Uma mulher morreu após ter feito uma cirurgia plástica. Seus pais pediram 115 milhões de ienes ao hospital, mas o juiz ordenou pagar 6 milhões.

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Martelo do juiz (Piqsels)

Na quarta-feira (23) a mãe de uma mulher na faixa dos 30, a qual morreu após ter feito uma cirurgia plástica, disse para a imprensa que “nunca imaginei que morreria pois ouvi dizer que era uma operação simples. Agora posso relatar à minha filha que houve reconhecimento de erro do hospital”.

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Essa mulher em questão se submeteu a uma cirurgia plástica no nariz, a rinoplastia, no Hospital Internacional St. Luke’s, em Tóquio, antes do seu casamento, em fevereiro de 2011.

Depois disso, um tubo deveria ter sido inserido na traqueia para garantir a respiração. Mas foi acidentalmente inserido no esôfago e a paciente entrou em estado vegetativo. Morreu quase 2 anos depois, em janeiro de 2013, de falência múltipla de órgãos devido à morte cerebral.

Seus pais entraram com um processo contra o hospital, requerendo cerca de 115 milhões de ienes de indenização pelo erro médico.

O juiz reconheceu que parte do tratamento foi negligente e ordenou ao hospital o pagamento de 6 milhões de ienes aos pais da vítima.  

O juiz disse que, se o médico tivesse realizado a inserção do tubo e conferido se estava correto, a paciente poderia não ter entrado em coma.

Fonte: Yomiuri 

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