Nissan considera terceira planta nos EUA para atender demanda por veículos elétricos

A Nissan tem atualmente duas plantas de veículos nos EUA.

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Atualmente, Nissan tem atualmente duas plantas de veículos nos EUA (banco de imagens)

A Nissan está considerando adicionar uma nova planta nos EUA para acompanhar a crescente demanda por veículos elétricos, disse um alto executivo da montadora japonesa na sexta-feira (13).

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“Pode não ser uma surpresa que estamos indo para uma terceira planta”, disse o diretor de operações Ashwani Gupta aos repórteres na sede em Yokohama

A Nissan tem atualmente duas plantas de veículos nos EUA. Uma em Canton, no Mississippi, produz a caminhonete Titan e o sedan Altima, entre outros modelos. A outra em Smyrna, no Tennessee, fabrica o elétrico Leaf, o esporte utilitário Pathfinder e outros.

Cada uma das plantas emprega milhares de trabalhadores e produziu milhões de veículos da Nissan.

A terceira planta não seria apenas uma linha de montagem adicionada a uma planta existente, mas uma instalação totalmente nova, disse Gupta. Isso geraria milhares de empregos na área, embora sua realização pudesse levar mais alguns anos.

“A importância da localização aumentará ano a ano”, disse Gupta.

Dependendo da região, clientes podem receber incentivos para comprar carros elétricos, e a taxa flutuante de câmbio internacional também pode tornar a produção localizada mais desejável, de acordo com Gupta.

Fonte: Asahi

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Aversão a produtos alimentícios de Fukushima continua alta na Coreia do Sul

Publicado em 16 de maio de 2022, em Notícias do Mundo

A pesquisa foi feita para avaliar o sentimento internacional em relação ao plano de liberação de água radioativa tratada no mar na primavera de 2023.

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Uvas cultivadas em Fukushima (banco de imagens)

Cerca de 80% dos sul-coreanos querem evitar produtos alimentícios da província de Fukushima independentemente do plano de liberação de água da paralisada planta nuclear da província, mostrou uma pesquisa.

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A Agência de Reconstrução conduziu a pesquisa online em janeiro e fevereiro em 10 países e regiões para avaliar o sentimento internacional em relação ao plano de liberação de água radioativa tratada no mar na primavera de 2023. Foram obtidas respostas de um total de 2,7 mil indivíduos.

Os resultados da pesquisa, divulgados em 26 de abril, serão usados para tomar medidas contra publicidade negativa de que o plano de liberação de água poderia ferir a imagem dos produtos da província, disse a agência.

Em abril de 2021, o governo decidiu liberar a água para reduzir as mais de 1 milhão de toneladas de água processada armazenada na planta.

De acordo com a pesquisa, 13% dos entrevistados no Japão “não querem comprar” produtos alimentícios originários de Fukushima desde já. A proporção aumenta levemente para 14% quando o plano de liberação de água estava incluído no cenário.

Os aumentos de porcentagem foram de 5 a 8 pontos em cinco nações e regiões, incluindo Hong Kong, Singapura e EUA.

Na Coreia do Sul, cerca de 77% disseram que não querem comprar produtos de Fukushima independentemente se a água for liberada no mar.

Foi perguntado aos entrevistados se eles sabiam que os níveis de segurança de alimentos do Japão são controlados sob alguns dos padrões mais rigorosos no mundo.

Cerca de 50% em cada, Japão, Cingapura, Hong Kong e Taiwan, estavam conscientes sobre isso, enquanto a taxa caiu para 30% na Europa e EUA.

Entretanto, apenas 15% dos sul-coreano disseram que tinham consciência dos níveis de segurança do Japão. E 56% disseram que sabiam sobre os níveis de segurança, mas duvidavam das afirmações feitas pelo governo japonês.

Fonte: Asahi

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