Começa o debate sobre o aumento do salário mínimo no Japão

Os representantes dos trabalhadores e das empresas chegaram a um consenso sobre o aumento, mas ainda não foi definido o valor.

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Imagem ilustrativa de cédulas do Japão (Flickr)

À medida que o impacto do aumento dos preços afeta a mão de obra e as empresas, começou a discussão para o aumento do salário mínimo no conselho do Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar do Japão (MHLW), na segunda-feira (25).

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Atualmente a média nacional é de 930 a hora, assim, representantes dos trabalhadores e também das empresas iniciaram uma ampla discussão.

Enquanto as únicas que têm como mínimo estabelecido de 1.041 e 1.040 são Tóquio e Kanagawa, respectivamente, as províncias de Kyushu e Okinawa continuam com os menores valores, variando entre 820 e 822 ienes, de acordo com a tabela em vigor a partir de outubro de 2021

Representantes das duas partes reunidos no MHLW (ANN)

Não há objeção entre os representantes dos trabalhadores e os das empresas sobre a necessidade de aumento, mas há divergências em relação aos valores. 

Enquanto a parte dos trabalhadores insiste em um nível baseado no aumento dos preços, as empresas argumentam que é difícil oferecer um valor significativo por causa das constantes elevações dos custos das matérias-primas.   

O salário mínimo foi aumentado no ano passado, a partir de outubro, com uma média de 28 ienes a hora, o maior de todos os tempos. O governo tem como meta chegar à média de mil ienes a hora. 

A diretriz para o aumento poderá ser decidida somente a partir da próxima reunião, na quarta-feira (27).  

Fontes: NHK e ANN

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Toyota decide apoiar seus fornecedores não pedindo corte de preços

Publicado em 26 de julho de 2022, em Economia

Duas vezes por ano a montadora costuma revisar os preços dos seus fornecedores, mas para o segundo semestre fiscal, não o fará.

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Bandeira com logo da Toyota Motor (NHK)

A Toyota Motor decidiu renunciar à revisão de preços das peças de seus fornecedores, no segundo semestre deste ano, porque a carga sobre os seus parceiros vem aumentando devido à elevação dos custos das matérias-primas.

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A montadora reconhece que o aumento dos custos de energia, como gás e eletricidade, afeta seus fornecedores, assim como seus cortes de produção em várias ocasiões por causa da pandemia do coronavírus e da escassez de semicondutores.

Em geral, a Toyota costuma realizar essa revisão dos preços duas vezes por ano, mas essa de outubro a março do próximo ano não será efetuada. 

Resolveu considerar que as medidas de apoio devem ser eficazes e realistas.  

“Quando a situação fica difícil diante de tantos aumentos de preços, o suporte é inevitável. Gostaríamos de entender cuidadosamente a situação real consultando nossos fornecedores para encontrar conteúdos específicos para esse suporte”, declarou o porta-voz da montadora.   

Fontes: NHK e JNN

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