Okinawa não será mais assolada pelo duplo tufão, mas o 11.º causa danos e cancelamentos

Como o movimento do pior tufão do ano é lento e ainda por cima está fazendo um V, a província de Okinawa será afetada duas vezes, mas ficou livre do outro.

Mapa do possível curso do violento tufão 11 (AMJ)

Na manhã de quinta-feira (1.º) ainda havia possibilidade de um ciclone tropical se desenvolver para o 12.º tufão, sobre o Pacífico, ao sul de Okinawa. Mas, pelo jeito não vai mais. Ocorreria uma fusão, o que poderia piorar a situação nas ilhas do sul do país.

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No entanto, o Hinnammor, classificado como violento, o pior deste ano, está com 920hPa de pressão atmosférica central e ao meio-dia estava a 290km da cidade e ilha de Miyako (Okinawa).  

Plantação de cana-de-açúcar no chão (ANN)

Na noite anterior (31), o 11.º tufão assolou as ilhas Kita Daito e Minami Daito. As plantações de cana-de-açúcar, em cultivo para a colheita no inverno, foram severamente danificadas. Como é a principal fonte econômica das ilhas, a população está preocupada.

Não há notícia de vítimas, mas os danos são visíveis nas duas ilhas, com árvores quebradas, telhados que voaram e casas prejudicadas.

Bombeiros retiram galhos e troncos de uma rodovia em Daito (ANN)

Depois de passar diretamente sobre essas duas ilhas, o Hinnammor fez um curso ainda mais ao sul, em V, e está retornando com um movimento lento. A previsão da Agência de Meteorologia do Japão (AMJ), é de que deverá se aproximar das ilhas de Miyako e Ishigaki no domingo, e no dia seguinte, toda a ilha principal estará sob a área de tempestade do tufão.

Cerca de 1.463 passageiros foram afetados por causa do cancelamento de 30 voos na quinta-feira, tanto os que chegam como os que partiriam de Naha, Miyako e Ishigaki.

O transporte marítimo desses 3 locais também foi cancelado, o que afetará a logística dos alimentos.

Por influência do 11.º tufão, o ar úmido do sul é a causa das chuvas fortes que continuam em várias áreas do arquipélago principal. Na próxima semana o Hinnammor poderá afetar a região Kyushu. 

Fontes: AMJ, ANN, JNN e WeatherNews

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Toyota amarga queda da produção no Japão enquanto comemora ótima performance no exterior

Publicado em 1 de setembro de 2022, em Economia

A queda na produção doméstica foi pelo quinto mês consecutivo, mas no exterior teve recorde. A montadora vai manter a meta anual.

Yaris da Toyota (divulgação)

Segundo anúncio da Toyota Motor, de quarta-feira (31), o número de veículos produzidos no Japão em julho caiu cerca de 30% em relação ao mesmo mês de 2021, fechando com 221,8 mil unidades, bem aquém do planejado.

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A escassez de semicondutores e de autopeças devido à pandemia do novo coronavírus foi impactante, causando queda pelo quinto mês consecutivo.

Por outro lado, na Europa e na América do Norte, menos afetadas pela escassez de semicondutores e também por causa da flexibilização dos lockdowns em Xangai, a produção, especialmente do Yaris, foi forte. 

Isso contribuiu para o volume recorde de produção no exterior em julho, de 484.730 unidades, o que significam 4,5% de aumento. Pelo terceiro mês consecutivo, a produção no exterior superou o mesmo mês do ano anterior.

A Toyota Motor afirmou que examinará a situação do fornecimento de peças e se esforçará para produzir o maior número possível de unidades. Informou que manterá seu plano anual de produção global de 9,7 milhões de unidades.

Fontes: Tokai TV e CTV

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