Ucraniana processa empresa por assédio do poder

Uma mulher ucraniana que mora na província de Nara entrou com uma ação pedindo indenização por assédio de poder pelo então chefe.

A demandante ucraniana chegando ao tribunal com seus advogados (Mainichi)

A ação judicial foi movida por uma ucraniana de 27 anos que trabalhava na filial da Akagi Helicopter de Nara há quatro anos, uma operadora de helicópteros com sede em Tóquio.

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De acordo com a denúncia, seu trabalho na ocasião estava relacionado aos negócios com os países estrangeiros, mas sob a lei ucraniana, em caso de envolvimento em transações comerciais com a Rússia, poderia ser acusada de traição.

Ela explicou a situação pedindo para ser afastada das negociações com a Rússia, quando começou o assédio do poder pelo então chefe imediato.  

“Ela escolhe o trabalho”, “a Ucrânia também é culpada” (pela invasão russa) ou “cão de rua”, teria escrito nos e-mails enviados aos demais funcionários. Para ela, isso foi uma violação grave dos direitos humanos.

A ucraniana foi diagnosticada com depressão e entrou com a ação contra essa empresa, no Tribunal Distrital de Nara, na sexta-feira (9), pedindo uma indenização de 5,5 milhões pelos danos.

“Não consigo entender porque me disse coisas tão horríveis quando não sei o que acontecerá com minha família e meus entes queridos amanhã”, disse para a NHK. “Em um momento tão delicado, não são palavras que possam ser ditas para outro ser humano”, complementou.

De acordo com a denúncia, ela tinha contrato renovável anualmente, a partir de 2018, alocada na seção de manutenção da base de Nara, era responsável pelas transações no exterior e aquisição de materiais.  

A Akagi Helicopter se absteve de comentar. 

A demandante após a primeira sessão (NHK)

Fontes: NHK e Mainichi

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Coreia do Norte diz que nunca desistirá de armas nucleares, aprova nova lei

Publicado em 9 de setembro de 2022, em Ásia

Kim Jong-un disse que a condição do Norte como estado de armas nucleares se tornou ‘irreversível’ e que Pyongyang nunca deixará de lado suas armas nucleares.

Coreia do Norte esboça condições sob as quais ela lançará um ataque nuclear (NHK)

A Coreia do Norte adotou uma nova lei na quinta-feira (8) esboçando condições sob as quais ela lançará um ataque nuclear.

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A lei estipula que a nação usará tal arma de forma preventiva se sua liderança for atacada.

O líder do país, Kim Jong-un, fez um discurso na quinta-feira, dizendo que a condição do Norte como estado de armas nucleares se tornou “irreversível” e disse que Pyongyang nunca renunciará as suas armas nucleares.

Seu discurso foi transmitido nesta sexta-feira (9) pela estatal Korean Central Television.

Kim também manifestou forte desconfiança dos EUA, dizendo que o Washington quer que o Norte renuncie as suas armas nucleares e derrubar seu regime.

O líder enfatizou que a Coreia do Norte nunca assumiria o comando em desnuclearização.

Fonte: NHK

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