Funcionários incineravam outras coisas junto com os cadáveres de pets no crematório de Aichi

Isso foi descoberto porque um funcionário postou o comentário em uma das redes sociais, o que gerou protesto e desconforto para as pessoas que amam os pets.

Crematório situado em Inuyama (Mainichi)

Na terça-feira (8) soube-se que, por pelo menos 10 anos, os funcionários de uma empresa de cremação queimou lixo, como bandejas de obentô da lojas de conveniência e outros, junto com o cadáver do pet no crematório de animais de estimação Owari Hokubu Seien na cidade de Inuyama (Aichi). 

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O porta-voz da empresa se desculpou dizendo: “Sentimos muito pela falta de consciência dos funcionários em relação aos animais de estimação“.

O caso foi descoberto após a publicação de um post em uma das redes sociais, com o texto “Ao cremar animais, queimamos junto os lixos dos bentôs que comemos, das lojas de conveniência”.

Depois disso, foi realizada uma investigação interna e uma parte dos funcionários admitiu.

De acordo com a associação, o Owari Hokubu Seien terceiriza a cremação das pessoas e dos animais de estimação falecidos à empresa Gorin, cuja sede fica na cidade de Toyama (província homônima). 

Cerca de seis homens e mulheres, cuja faixa etária varia entre 20 e 60 anos, estão encarregados da cremação, mas sem a presença dos proprietários e funcionários da associação.

Essa associação foi formada em 1989, entre as empresas das cidades de Inuyama, Konan, Iwakura, Oguchi e Fuso, todas em Aichi.

Voz de protesto pelos atos nesse crematório

A empresa terceirizada realiza operações em crematórios em todo o país. Uma pesquisa feita em 13 crematórios nas províncias de Aichi e Gifu, em resposta a este incidente, não encontrou práticas semelhantes, mas houve alguns crematórios onde pauzinhos usados ​​​​para coletar os ossos humanos foram queimados nos fornos de cadáver dos animais.

Sachiko Furuhashi, representante da Hearts, uma instituição que cuida dos gatos, com sede em Toyohashi (Aichi), disse que “esse é um ato imperdoável. Legalmente, esses funcionários sem consciência, trataram os animais de estimação como coisas, enquanto eles são tratados como vidas”.

Fontes: Mainichi e Asahi

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Hagoromo ganha o processo contra terceirizada pelo inseto dentro da lata de atum

Publicado em 9 de novembro de 2022, em Economia

A Hagoromo processou uma terceirizada por que um consumidor encontrou um inseto na lata de atum, em 2016. O julgamento terminou a favor dela.

Imagem meramente ilustrativa de latas de atum da Hagoromo (Amazon)

A Hagoromo Foods, cuja sede fica na cidade de Shizuoka (província homônima) processou a terceirizada Okitsu Foods, na mesma cidade, por danos à sua marca.

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Foi aberto um processo requerendo indenização de aproximadamente 897 milhões, sob a alegação de que uma lata de atum fabricado pela terceirizada foi contaminada com um inseto, o qual acredita-se que tenha sido uma barata

Segundo a denúncia, essa lata de atum foi vendida em um supermercado na província de Yamanashi, em 2016. Um consumidor fez a denúncia e, depois de constatar os fatos, descobriu-se que tinha sido produzido pela Okitsu. 

Por causa dessa notícia amplamente divulgada, as vendas diminuíram, a Hagoromo teve que criar um call center de emergência para atender os consumidores preocupados, reembolsar o comprador e tudo isso arranhou a imagem da marca. 

Assim, a Hagoromo entrou com uma ação em novembro de 2017 e, finalmente, na terça-feira (8) o juiz do Tribunal Distrital de Shizuoka bateu o martelo para o pagamento de uma indenização de aproximadamente 130 milhões de ienes pela Okitsu.

“Como era responsabilidade do réu, fomos obrigados a arcar com os custos incorridos para lidar com esse problema”, disse um porta-voz da Hagoromo.

Fonte: Sankei 

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