Polícia japonesa no Brasil mas o brasileiro Anderson continua sendo procurado

O brasileiro que morava em Osaka e fugiu para o Brasil, continua sendo procurado, mas agora a Polícia Federal entra na investigação.

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À esq. última imagem do procurado brasileiro e à dir. a família dele (FNN)

Os 3 policiais da Polícia da Província de Osaka chegaram ao Brasil, inicialmente em Brasília-DF, conforme estava previsto, na segunda-feira (21).

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Mas, até quarta-feira (23), ao parecer, não tiveram contato com o procurado internacional, o brasileiro Anderson Robson Barbosa, 33, de Londrina-PR. 

Chegada dos 3 policiais de Osaka em Brasília (FNN)

Ele é o marido e pai das duas vítimas, Manami, de 29 anos, e Lily, de 3, assassinadas dentro do apartamento onde viviam, em Sakai (Osaka), entre 21 e 22 de agosto deste ano. Logo em seguida, a polícia japonesa confirmou que Anderson fugiu para o Brasil, pelo aeroporto de Narita. 

Os policiais de Osaka visitaram a Polícia Federal para solicitar cooperação na localização do suspeito de homicídio, o qual deve estar em Londrina onde moram seus familiares ou em alguma cidade vizinha. 

Polícia Federal inicia investigação

Sede da Polícia Federal do Brasil (FNN)

Também adicionaram o pedido de punição segundo as leis brasileiras para o caso, chamada de dairi shobatsu (代理処罰) em japonês, já que a Constituição não permite que não permite a extradição de um cidadão brasileiro nato. O que poderia acontecer, como hipótese, seria Anderson se entregar voluntariamente para ser julgado no Japão.

A Polícia Federal já declarou para a imprensa brasileira que já está investigando o caso. Supõe-se que os policiais do Japão já tenham entregue todo o arquivo das investigações devidamente traduzido.

De acordo com o noticiário da Record, “a defesa confirma que ele está no Brasil, mas o local é mantido em sigilo”.

Assista ao vídeo da RIC TV Londrina sobre o assunto.

Fontes: FNN, Yomiuri, R7 e RIC TV Londrina

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Civis, incluindo recém-nascido, são mortos em ataques com mísseis russos na Ucrânia

Publicado em 24 de novembro de 2022, em Notícias do Mundo

Várias regiões ucranianas reportaram ataques russos em sucessão rápida e danos disseminados em infraestrutura crítica.

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Equipes de resgate sobre os escombros da maternidade (Twitter/@SESU_UA)

Uma torrente de ataques de mísseis por toda a Ucrânia matou várias pessoas na quarta-feira (23), incluindo um bebê, e deixou amplas áreas sem energia e água.

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Várias regiões reportaram ataques russos em sucessão rápida e danos disseminados em infraestrutura crítica.

O mais recente ataque ocorreu horas após um com mísseis durante a madrugada em que as forças de Vladimir Putin destruíram uma maternidade no sul da Ucrânia, matando um recém-nascido de 2 dias.

Após o ataque em Vilniansk, perto da cidade de Zaporizhizhia, a mãe do bebê e um médico foram retirados com vida dos escombros.

Olena Zelenska, esposa do presidente Volodymyr Zelensky, escreveu no Twitter manifestando suas condolências.

“Dor horrível. Nunca esqueceremos e nunca perdoaremos”, disse ela.

O alvo a civis se acrescenta aos danos sofridos por hospitais na invasão que entra em seu décimo mês nesta semana.

Pacientes e funcionários têm estado na linha de fogo, incluindo um ataque aéreo em 9 de março que destruiu uma maternidade na cidade portuária de Mariupol.

A administração da cidade de Kiev disse que três pessoas morreram e outras três ficaram feridas após um ataque a um prédio de dois andares.

O prefeito Vitali Klitschko disse que uma das instalações de infraestrutura da capital foi atingida e que houve várias outras explosões em bairros diferentes. Ele acrescentou que fornecimentos de água foram afetados em toda a Kiev.

O prefeito de Kharkiv disse que a cidade estava sem energia e que todo o transporte público parou de funcionar. Lviv reportou ataques a uma subestação e vários bairros ficaram sem energia.

Muitos médicos estão trabalhando no escuro na cidade de Kherson, de onde a Rússia recuou há uma quinzena. “Máquinas de ventilação mecânica não funcionam, nem as de raio-X. Há apenas um aparelho de ultrassom portátil e o carregamos constantemente”, disse um cirurgião em um hospital infantil.

Várias unidades foram fechadas na planta nuclear de Pivdennoukrainsk no sul da Ucrânia na quarta-feira (23) devido a uma perda de energia durante ataques aéreos.

Mais da metade da Moldávia está sem eletricidade. “Apagões massivos após o ataque de hoje da Rússia sobre infraestrutura de energia da Ucrânia”, disse o vice-primeiro-ministro Andrei Spinu no Twitter.

Enquanto isso, o Parlamento Europeu apoiou uma resolução classificando a Rússia como uma patrocinadora estatal do terrorismo em um voto de 494-58 com 48 abstenções.

Fonte: Metro UK

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