Veículos elétricos que ‘dirigem sozinhos’ começarão a ser testados pela Honda

A Honda visa colocar essa tecnologia em uso prático por volta de 2023, em meio ao crescente aumento da população idosa.

Um veículo elétrico de um lugar (YouTube/Honda)

A Honda Motor planeja começar testes de campo para o desenvolvimento de veículos elétricos (VEs) autônomos na cidade de Joso (Ibaraki).

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Os carros de 1 ou 2 lugares são equipados com tecnologia que não permite depender completamente de mapas de alta precisão para dirigir e, ao invés disso, usa câmeras e sensores para reconhecer estradas e pedestres.

A tecnologia também compreende palavras e faz sugestões como uma pessoa.

Os testes de campo utilizarão o CiKoMa, um VE compacto desenvolvido pela Honda R&D, que permite ao motorista direcionar o trajeto do carro usando um dispositivo especial enquanto dirige,

O veículo deve ser usado para distâncias curtas, como passeios e negócios.

Em geral, o sistema de condução autônoma usa mapas de alta precisão como sua base, enquanto utiliza câmeras e sensores para monitorar a localização do veículo, com uma desvantagem de ser caro.

Durante os testes, câmeras reconhecerão o ambiente e pesquisadores verificarão que o veículo seguirá automaticamente para seu destino.

O plano é iniciar com condução manual e então avançar gradualmente para automática.

A Honda visa colocar essa tecnologia em uso prático por volta de 2023, em meio ao crescente aumento da população idosa.

Fonte: Yomiuri

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Japão investirá ¥350 bilhões em centro de pesquisa de chips avançados com os EUA

Publicado em 7 de novembro de 2022, em Notícias do Mundo

O gasto está incluído em um segundo orçamento suplementar para o atual ano fiscal.

Ilustrativa (banco de imagens)

O Japão planeja investir ¥350 bilhões (US$2.38 bilhões) em uma colaboração de pesquisa com os EUA sobre o desenvolvimento de semicondutores de próxima geração.

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O gasto está incluído em um segundo orçamento suplementar para o atual ano fiscal que também terá ¥450 bilhões para trazer centros de produção de chips avançados ao Japão, assim como ¥370 bilhões destinados a garantir materiais essenciais para fabricação.

O centro de pesquisa conjunto será estabilizado até o fim do ano com a meta de desenvolver e implementar a habilidade de produzir em massa semicondutores avançados com larguras de circuito de linha de 2 nanômetros até a segunda metade da década. Quanto mais fino o circuito, maior a performance.

Nomes de empresas japonesas participantes e outros detalhes serão anunciados neste mês. A Universidade de Tóquio, o Instituto Nacional de Ciência Industrial Avançada e Tecnologia e o instituto de ciência Riken participarão, assim como companhias e instituições de pesquisa nos EUA e Europa.

A IBM, companhia dos EUA que o ex-ministro da Economia, Comércio e Indústria, Koichi Hagiuda, visitou em maio, está entre as candidatas para participação.

Fonte: Asia Nikkei

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