Rússia está aumentando a produção das armas ‘mais poderosas’

Segundo Dmitry Medvedev, ex-presidente da Rússia, o país está aumentando a produção dos meios mais poderosos de destruição, incluindo aqueles baseados em novos princípios.

O chefe adjunto do Conselho de Segurança da Rússia disse que as armas são para o país se proteger de inimigos nos EUA, Europa e Austrália (banco de imagens)

O ex-presidente da Rússia, Dmitry Medvedev, disse no domingo (11) que o país está aumentando a produção de armas de nova geração para se proteger de inimigos na Europa, EUA e Austrália.

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“Estamos aumentando a produção dos meios mais poderosos de destruição, incluindo aqueles baseados em novos princípios”, disse Medvedev no app de mensagens Telegram.

“Nosso inimigo ataca não apenas na província de Kiev de nossa nativa Malorossiya (Pequena Rússia), disse Medvedev, usando o termo para descrever territórios da moderna Ucrânia que eram parte do Império Russo sob os czares.

“Ele está na Europa, América do Norte, Japão, Austrália, Nova Zelândia e um grande número de outros países que prometeram lealdade aos nazistas”.

Medvedev, que atua como chefe adjunto do Conselho de Segurança da Rússia, não forneceu mais detalhes sobre as armas.

O presidente Vladimir Putin disse várias vezes que a Rússia vem desenvolvendo novos tipos de armas, incluindo as hipersônicas, as quais ele diz que podem contornar todos os sistemas antimísseis existentes.

Desde 24 de fevereiro deste ano, quando Putin colocou suas tropas na Ucrânia, Medvedev se volta regularmente à mídia social para escrever posts cada vez mais bombásticos.

Fonte: Straits Times

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O 25.º pode ser o último tufão do ano

Publicado em 12 de dezembro de 2022, em Tempo

Ocorreu a formação de um tufão, o qual pode ser o único de dezembro e o último do ano.

Localização do 25.º tufão (Yahoo!)

Às 21h de domingo (11) a Agência de Meteorologia do Japão (AMJ) informou sobre a formação do 25.º tufão do ano e o primeiro de dezembro, próximo às Filipinas.

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Na manhã de segunda-feira (12) o tufão está com 998hPa de pressão atmosférica e se desloca a 15km/h em sentido oposto às Filipinas, sobre o Oceano Pacífico.

O nome foi atribuído pelo Laos, de Pakhar, o que significa um dos nomes de um peixe de água doce. 

Segundo a AMJ esse tufão não afetará o Japão, tampouco outro país, mas as embarcações devem tomar cuidado.

E não é de se estranhar a formação desse fenômeno em dezembro, pois no ano passado também teve um, ficando dentro da média anual de 1.

Fontes: AMJ, Yahoo! e Tenki

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