Mais conveniência para motoristas de veículos elétricos nas vias expressas no Japão

As operadoras das vias dizem que vão dobrar o número de pontos de recarga nos próximos 3 anos.

Ponto de recarga para VEs em área de serviço na província de Gunma (banco de imagens)

Motoristas de veículos elétricos (VEs) no Japão podem esperar mais conveniência quando viajar em vias expressas.

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As operadoras das vias expressas dizem que vão dobrar o número de pontos de recarga nos próximos 3 anos.

As companhias instalaram 511 pontos até o fim de março. A nova meta é de 1,1 mil até março de 2026.

Em uma outra medida para tornar as estradas com pedágio do Japão mais amigáveis aos VEs, as operadoras vão suspender a cobrança dupla para os motoristas.

Atualmente, motoristas que têm VEs devem sair das vias expressas se não houver pontos de recarga nas áreas de serviço. Então, cobra-se novamente para reentrar.

O pagamento extra será abandonado em abril de 2024 para aqueles que instalarem um dispositivo wireless e retornarem para as vias expressas dentro de um período de tempo estabelecido.

Fonte: NHK

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Brasileira de Mie: criminoso teve forte intenção assassina

Publicado em 8 de maio de 2023, em Sociedade

A polícia informou o resultado da autópsia médico-legal, o que mostrou forte intenção assassina.

Peritos da polícia colhem material no local do crime, onde a brasileira foi brutalmente assassinada (Yomiuri e Chunichi)

No domingo (7) a polícia de Mie informou novos dados em relação ao assassinato da brasileira Roseli Almeida Aihara (アイハラ・アルメイダ・ロゼリ), 46 anos, encontrada morta na escadaria do prédio situado em Jike 5 chome, cidade de Suzuka (Mie).

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Uma equipe de 100 policiais está investigando o crime ocorrido por volta das 22h de quarta-feira (3). Segundo a polícia, o resultado da autópsia médico-legal apontou que a morte foi causada por um corte letal, profundo no pescoço, por um instrumento pontiagudo.

A vítima brasileira levou várias facadas, pois foram encontrados cortes no lado esquerdo do pescoço, na nuca, na lateral da cabeça e no ombro esquerdo. A arma branca usada para o crime ainda não foi encontrada, tampouco o assassino.

Além das pessoas próximas terem sido ouvidas, a polícia continua buscando outras pistas que levem ao criminoso, incluindo a análise das câmeras de segurança ao redor do prédio.

Há relatos de que um homem foi visto saindo do local e também que havia um carro suspeito estacionado nas imediações na hora do crime.

“Perdi uma parte de mim”

A irmã mais velha da vítima, Rosimeire Aihara, 52, disse para o jornal Chunichi, que estiveram juntas na sua casa até cerca de uma hora antes da ocorrência.

A polícia acredita que Roseli deveria conhecer a pessoa que a atacou de forma violenta, antes de entrar no seu apartamento ou logo depois de sair dele, pois a porta estava trancada e a luz não estava acesa. É possível que o criminoso estivesse esperando por ela no prédio.

Roseli era casada, mas vivia separada do marido, o qual foi um dos ouvidos pela polícia. Em novembro do ano passado, quando moravam em Yokkaichi (Mie), ela chamou o 110, por um problema com ele, mas o caso foi resolvido no local, sem denúncia. Segundo a polícia, essa foi a única ocorrência no histórico, antes do assassinato.

Sua irmã contou para o Chunichi que Roseli tinha sonhos de empreender e estudava muito. “Perdi uma parte de mim. Parte do sentido da vida se foi”, lamentou Rosimeire.

Veja também: Brasileira encontrada morta tinha problemas conjugais

Fontes: Yomiuri, Ise Shimbun e Chunichi

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