Navios de guerra russos e chineses cruzam Okinawa e Miyakojima

11 embarcações russas e chinesas passam entre Okinawa e Miyakojima e autoridades japonesas estão em alerta.

Imagem: NHK

Foi confirmada a passagem simultânea de navios de guerra chineses e russos entre a ilha de Okinawa e a ilha de Miyako pela primeira vez na história. O Ministério da Defesa continua a manter a vigilância e o monitoramento, acreditando que os navios de ambos os países estejam realizando patrulhas conjuntas.

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De acordo com o Ministério da Defesa, no dia 15 deste mês, a Força de Autodefesa Marítima (JMSDF) confirmou que um total de 11 embarcações, seis contratorpedeiros de mísseis da marinha chinesa e cinco da marinha russa, estavam navegando em direção ao oeste no Oceano Pacífico, ao largo de Okinotori, nas Ilhas Ogasawara.

No dia seguinte, as 11 embarcações seguiram em direção a oeste, a aproximadamente 50 quilômetros ao sul da ilha Okino-Daito (Okinawa), e depois passaram entre as ilhas de Okinawa e Miyako para o Mar da China Oriental no dia 17.

Foi a primeira vez que embarcações de ambos os países passaram entre Okinawa e Miyakojima ao mesmo tempo, mas não houve invasão de águas territoriais.

O Ministério da Defesa da Rússia anunciou no fim de julho que as marinhas dos dois países haviam iniciado patrulhas conjuntas no Oceano Pacífico e, de acordo com o governo japonês, acredita-se que algumas embarcações estejam patrulhando próximo ao território japonês.

Também foi confirmado que, em setembro do ano passado, embarcações chinesas e russas navegaram conjuntamente nas águas ao redor do Japão. O Ministério da Defesa continua a manter a vigilância e o monitoramento, afirmando que considera isso uma séria preocupação de segurança.

Fonte: NHK

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Hackers atacam sites nucleares do Japão em protesto contra despejo de água de Fukushima

Publicado em 18 de agosto de 2023, em Sociedade

As organizações que foram alvo do grupo hacker internacional são a Japan Atomic Energy Agency, a Japan Atomic Power co. e a Atomic Energy Society of Japan.

Várias empresas foram alvo do Anonymous (ilustrativa/banco de imagens)

O grupo internacional de hackers Anonymous lançou ciberataques contra grupos ligados à energia nuclear no Japão em protesto contra o planejado despejo de água radioativa tratada de Fukushima Daiichi no mar, disse uma empresa japonesa de segurança de Tecnologia da Informação (TI).

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O Anonymous vem intensificando suas ciberofensivas desde o mês passado, logo após a Agência Internacional de Energia Atômica ter dito em seu relatório final que o planejado despejo cumpriria com os padrões globais de segurança, disse a NTT Security Japan.

Vigilância é necessária, visto que ataques poderiam aumentar ainda mais após o descarte”, disse um representante da empresa com sede em Tóquio.

As organizações que foram alvo do grupo hacker internacional são a Japan Atomic Energy Agency, a Japan Atomic Power co. e a Atomic Energy Society of Japan.

O Anonymous realizou recusa de serviço distribuída, ou ataques DDoS, em que redes são sobrecarregadas por hackers que liberam uma inundação de dados de várias fontes em um curto período de tempo, com o ataque sendo liderado por um grupo sediado na Itália.

Atividades de um grupo com sede no Vietnã também foram confirmadas, disse a NTT Security.

Além das três organizações relacionadas à energia nuclear, a TEPCO, o Ministério da Economia, Comércio e Indústria e o Partido Liberal Democrático estavam na lista, disse a NTT Security.

Um membro do Anonymous disse à agência de notícias Kyodo recentemente que falta transparência da política do governo japonês sobre liberar água tratada, visto que cidadãos não podiam participar de seu processo de tomada de decisões.

“Devemos colocar um fim no ato insensato de tornar o mar um local de descarte para benefício econômico”, disse o membro.

Água radioativa armazenada

Quantidades massivas de água contaminada foram geradas no processo de resfriar o combustível de reator fundido após a planta de Fukushima ter sido devastada pelo terremoto e tsunami de 2011.

A água é mantida em tanques após passar por sistema avançado de processamento de líquido que remove grande parte de radionuclídeos com exceção do trítio, mas os reservatórios estão chegando perto da capacidade.

O trítio é conhecido por ser menos prejudicial do que outros materiais radioativos, como o césio e o estrôncio.

Pescadores e alguns países vizinhos continuam em oposição ao plano, com a China introduzindo testes abrangentes de radiação em frutos de mar do Japão.

Fonte: News and Culture

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