Sob nova lei, China encoraja cidadãos a ‘espionar uns aos outros’, dizem EUA

O Departamento de Estado disse na quarta-feira (2) que encorajar cidadãos a espionar uns aos outros é “algo de grande preocupação”.

Bandeira da China (banco de imagens)

Os EUA estão reagindo a uma iniciativa do governo chinês que encoraja seus cidadãos a participar em atividades antiespionagem.

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O Departamento de Estado disse na quarta-feira (2) que encorajar cidadãos a espionar uns aos outros é “algo de grande preocupação”.

Nesta semana, o Ministério do Estado de Segurança da China (MSS), sua principal agência que supervisiona inteligência estrangeira e antiespionagem, publicou uma mensagem do site de mídia social WeChat, dizendo que a implementação efetiva da lei antiespionagem exige não apenas o trabalho das agências de segurança nacional da China, mas também “extensa participação das pessoas”.

A mais recente ação do MSS seguiu uma expansão da lei antiespionagem da China que entrou em vigor no dia 1º de julho.

“Estamos monitorando de perto a implementação da lei antiespionagem da China que, como escrito, expande grandemente o âmbito de quais atividades são consideradas espionagem”, disse o porta-voz do Departamento de Estado Matthew Miller durante uma coletiva na quarta-feira.

“Continuamos preocupados com o risco de prisões arbitrárias e detenção na República Popular da China, visto que isso está refletido em nosso nível 3 de alerta de viagem. E isso se acrescentará a essas questões que o secretário levantou em suas reuniões com autoridades chinesas”, disse Miller.

O governo de Pequim, no início deste ano, atualizou sua lei antiespionagem, a qual proíbe o compartilhamento de qualquer informação em relação à segurança nacional. Contudo, a lei não define especificamente o que constitui a segurança nacional ou interesses da China.

Fonte: VOA News

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Subaru visa vender 600 mil VEs em 2030 e anunciou fábrica nos EUA

Publicado em 3 de agosto de 2023, em Economia

Segundo a divulgação da montadora Subaru, visa produção e vendas globais de 600 mil unidades de veículos elétricos, além de uma fábrica nos EUA.

Logo da Subaru (reprodução)

A montadora japonesa Subaru, com sede em Tóquio e fábricas em Gunma, anunciou na quarta-feira (2) que pretende vender 600 mil veículos elétricos (VEs) em todo o mundo em 2030. 

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Até o final de 2026, a empresa planeja dobrar o número de modelos de VEs a serem lançados, um total de 8 até o final de 2028. 

Também informou que iniciará a produção local de VEs nos Estados Unidos, seu principal mercado, até 2027 ou 2028. Incluindo a construção de um sistema de produção dedicado no Japão, que já começou, o investimento relacionado aos VEs deverá ser de cerca de 1,5 trilhão de ienes por volta de 2030.

O porta-voz da Subaru disse que os VEs e os veículos híbridos (VHs) representarão 40% das vendas globais até 2030. Com a nova política para acelerar a produção dos VEs, estima-se que metade das vendas globais em 2030 serão dos VEs, cerca de 1,2 milhão de unidades.

Atsushi Osaki, presidente da Subaru, declarou em uma entrevista coletiva que a montadora “trabalhará na inovação de fabricação mais avançada do mundo” em conjunto com o estabelecimento de sistemas de produção de veículos elétricos (VEs) no Japão e nos Estados Unidos, com o objetivo de reduzir pela metade o número de peças e processos de produção.

Informou que os detalhes, como a localização, da produção dos VEs nos Estados Unidos serão considerados no futuro. Há uma expectativa para aquisição das baterias automotivas, são peças essenciais, da Panasonic Energy, cuja negociação está em andamento, para uma colaboração de médio a longo prazo.

Fontes: Sankei e Nikkei

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