Entre as nações do G7, Japão fica no último lugar em ranking de igualdade de gênero

A Islândia ficou no 1º lugar em todos os rankings por 15 anos consecutivos, seguida pela Finlândia e Noruega.

Em empoderamento político, o Japão subiu da 138ª posição para a 113ª (ilustrativa/banco de imagens)

O Japão ficou no último lugar entre as principais nações industrializadas, o G7, em termos de igualdade de gênero no ano de 2024, apesar de melhoria em comparação ao ano anterior, disse nesta quarta-feira (12) o Fórum Econômico Mundial (FEM).

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O país ficou em 118º lugar entre 146 países em igualdade de gênero, disse o FEM em um relatório sobre disparidade de gênero para 2024, subindo 7 posições ante o ano anterior. O Japão fez “progresso significante”, disse.

Na categoria de empoderamento político, o Japão subiu da 138ª posição para a 113ª, disse o relatório, citando que as mulheres mantêm um quarto dos cargos ministeriais.

O país subiu do 123º lugar para o 120º em participação econômica e oportunidade.

Segundo o relatório, a disparidade de gênero do país em altos cargos “continua significante” e que renda estimada também “exibe disparidade considerável”.

A Islândia ficou no 1º lugar em todos os rankings por 15 anos consecutivos, seguida pela Finlândia e Noruega.

Fonte: Nippon

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Funcionários da Amazon são forçados a ‘prometer trabalhar sem intervalos’

Publicado em 12 de junho de 2024, em Ásia

Com a intensificação da onda de calor na Índia, funcionários de um depósito da Amazon exigem responsabilidade corporativa por condições de trabalho perigosas.

Funcionários de depósito da Amazon na Índia disseram que está cada vez mais difícil lidar com condições de trabalho perigosas (ilustrativa/banco de imagens)

Funcionários da Amazon em um depósito na Índia foram alegadamente forçados a prometer não fazer qualquer intervalo, incluindo não beber água ou ir ao banheiro, até que suas metas fossem alcançadas, mesmo com o país passando por uma onda de calor sem precedentes.

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Com as temperaturas passando dos 50ºC, trabalhadores do depósito Amazon India’s Manesar, localizado no estado de Haryana, no norte do país, disseram que está cada vez mais difícil lidar com condições de trabalho perigosas as quais eles dizem ter sido ignoradas pela gestão.

Uma funcionária, que não quis ser identificada, descreveu um incidente em 16 de maio quando trabalhadores do depósito foram alegadamente solicitados a trabalhar continuamente sem intervalos a fim de alcançar suas metas.

Em uma declaração ao site The Independent, a Amazon manteve que a segurança e bem-estar de seus funcionários era primordial.

A funcionária disse que passou dias organizando produtos das 8h30 às 18h30 com apenas 2 intervalos de 30 minutos.

Apesar do calor intenso, ela, junto com outros cerca de 2 mil funcionários nesse depósito, teve que enfrentar turnos de 10 horas trabalhando de pé, se esforçando para alcançar o que eles descreveram como metas excessivamente altas. A falta de locais para sentar se soma ao fardo, tudo por um salário mensal de aproximadamente US$120.

O coordenador da Amazon India Workers Association, Dharmendra Kumar, disse que essas condições de trabalho duras levaram trabalhadores a criar um sindicato em uma tentativa de elevar suas exigências, e alegaram que queixas à Amazon e ao ministério do trabalho não resultaram em ação alguma.

Essas queixas recentes faziam parte de um esforço mais amplo que trabalhadores de depósitos da Amazon têm estado engajados globalmente.

Nos últimos 4 anos, trabalhadores participaram do movimento “make Amazon pay” (Fazer a Amazon Pagar), exigindo condições de trabalho mais seguras e melhores salários.

Fonte: The Independent

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