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Clientes nervosos descontam em farmacêuticos por falta de medicamentos no Japão

O abuso por parte de clientes tem sido tão grave às vezes que farmacêuticos tiveram que tirar licença ou pedir demissão.

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O problema se tornou uma questão séria em uma indústria que envolve serviço direto ao cliente
O problema se tornou uma questão séria em uma indústria que envolve serviço direto ao cliente (ilustrativa/banco de imagens)

Farmacêuticos em todo o Japão estão cada vez mais sendo sujeitos a abusos por parte de clientes por falta de remédios.

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Uma pesquisa realizada pela Associação Farmacêutica de Tóquio (Toyaku) descobriu que cerca de 70% dos entrevistados haviam se deparado com clientes irracionais.

A organização disse que o problema se tornou uma questão séria em uma indústria que envolve serviço direto ao cliente.

Um cliente teria gritado com um farmacêutico, “O medicamento não está disponível? Mas o que é isso!?”.

Um outro caso envolveu um cliente publicando a foto de um farmacêutico online com um comentário rotulando a pessoa como “negligente”.

O abuso por parte de clientes tem sido tão grave às vezes que farmacêuticos tiveram que tirar licença ou pedir demissão.

A pesquisa realizada em novembro, a primeira do tipo, recebeu 489 resposta de 6.641 membros da Toyaku, ou 7,4% do número total.

Os resultados foram divulgados em janeiro.

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Trezentos e trinta e oito, ou 69,1%, dos entrevistados disseram que haviam enfrentado assédio pessoalmente. Trinta e cinco, ou 7,2%, disseram que haviam testemunhado cenas de abuso por parte de clientes.

A categoria mais comum de abuso por parte de clientes foi o verbal, e 341 casos foram citados.

Esses foram seguidos por “exigências persistentes, incluindo um pedido de desculpas”, com 142 casos, e “insultos, como jogar o dinheiro para pagar pelos itens”, com 106 casos.

O gatilho mais comum para abuso por parte de clientes foi o “tempo de espera”, com 115 casos, seguido por “explicações do farmacêutico”, com 105 casos.

Em terceiro lugar foi a “indisponibilidade de medicamentos”, com 90 casos.

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