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China e Rússia pedem libertação de Nicolás Maduro e sua esposa

A China e a Rússia pediram a libertação do então presidente da Venezuela, Maduro, já detido em uma prisão federal nos Estados Unidos.

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Redação

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Konishi Sangyo - Empregos no Japão
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Presidente da Venezuela, agora preso
Presidente da Venezuela, agora preso (Wikimedia)

A China e a Rússia, que construíram laços estreitos com a Venezuela, expressaram apoio ao regime de Nicolás Maduro em resposta ao ataque terrestre dos Estados Unidos dentro da Venezuela.   

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Em um comunicado divulgado no domingo (4), um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China exigiu a libertação do então presidente Maduro e de sua esposa e instou Washington a “cessar suas ações subversivas e a resolver a questão por meio do diálogo”. Um comunicado divulgado no dia anterior criticou o ataque dos Estados Unidos como “uma grave violação do direito internacional e uma infração à soberania da Venezuela“.

Maduro e sua esposa Cilia Flores estão sob custódia em uma prisão federal em Brooklyn, Nova Iorque.

Rússia manifesta apoio ao regime de Maduro

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, conversou por telefone com a vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, no sábado. De acordo com o ministério, Lavrov expressou “firme solidariedade ao povo venezuelano” e enfatizou que “continuaremos a apoiar a política do regime de Maduro de proteger seus interesses nacionais e sua soberania“.

Ao mesmo tempo em que pedem o cumprimento do direito internacional, os líderes dos principais países europeus evitaram criticar diretamente o governo Trump ou a operação militar. Em um comunicado, o primeiro-ministro britânico Starmer não mencionou operações militares, dizendo apenas que “apoiamos o direito internacional e consultaremos o governo dos EUA para uma transição pacífica de poder”. A chanceler alemã Merz disse em um comunicado que “a avaliação jurídica da intervenção dos EUA é complexa”.

Enquanto isso, o Conselho de Segurança da ONU convocará uma reunião de emergência às 10h de segunda-feira (5) ou 0h de terça-feira (6), no horário do Japão, após um pedido da Venezuela no sábado.

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Por meio das redes sociais, Lula afirmou que as ações “ultrapassam uma linha inaceitável”.

“Esses atos representam uma grave afronta à soberania da Venezuela e estabelecem mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional. Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo rumo a um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo”, disse ele.

Veja o vídeo de Maduro na prisão americana tocando aqui.

Fontes: Yomiuri e Agência Brasil

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