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EUA buscam ampliar influência na Groenlândia, visando recursos e segurança no Ártico.

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Trump quer acesso militar na Groenlândia sem custos, inspirando-se no modelo britânico em Chipre.

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Trump quer acesso militar total à Groenlândia ilimitado e sem “limite de validade” (Imagem: Nikkei)

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou no dia 22 que busca obter acesso militar completo na Groenlândia, um território autônomo da Dinamarca. Ele enfatizou que os EUA não pagarão custos para alcançar seus objetivos. Segundo a mídia americana, há planos para tornar parte do território da Groenlândia, incluindo bases militares, um território dos EUA.

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Trump mencionou que está ajustando detalhes e que a segurança da Groenlândia será tratada em cooperação com a OTAN, que desempenhará um papel central. Em 21 de janeiro, ele revelou ter estabelecido um quadro de acordo futuro com a OTAN sobre a Groenlândia e o Ártico.

O New York Times relatou que as negociações para adquirir parte da Groenlândia estão em andamento, com Trump visando a aquisição total do território. A proposta inclui a criação de uma ‘enclave dos EUA’ na Groenlândia, semelhante ao modelo britânico em Chipre.

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O primeiro-ministro dinamarquês, Mette Frederiksen, afirmou que está disposto a discutir a segurança no Ártico com os EUA, desde que a soberania dinamarquesa seja mantida. O primeiro-ministro da Groenlândia, Kim Kielsen, expressou satisfação com as declarações de Trump, mas destacou que a soberania não deve ser comprometida.

Além disso, há discussões sobre restringir o acesso de Rússia e China aos recursos minerais da Groenlândia, com os EUA buscando direitos prioritários de negociação. A Groenlândia possui grandes reservas de terras raras, essenciais para a tecnologia moderna.

A OTAN também está explorando a criação de novas unidades para monitorar o Ártico, visando conter a crescente influência russa e chinesa na região. O secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, discutiu com Trump a proteção do Ártico.

Fonte: Nikkei

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