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FDA solicita remoção de alertas de suicídio de medicamentos para perda de peso nos EUA

| Notícias do Mundo

A agência reguladora de saúde dos EUA, FDA, solicitou a remoção de alertas sobre risco de pensamentos suicidas de rótulos de medicamentos GLP-1 para perda de peso, como Wegovy e Zepbound.

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A solicitação da FDA abrange medicamentos populares como Wegovy, Zepbound e Saxenda, que foram originalmente desenvolvidos para diabetes tipo 2 (ilustrativa/banco de imagens)

A agência reguladora de saúde dos EUA, na terça-feira (13), solicitou às fabricantes de medicamentos a remoção dos alertas nos rótulos sobre um risco potencial de pensamentos suicidas de medicamentos GLP-1 para perda de peso amplamente utilizados, incluindo o Wegovy da Novo Nordisk e o Zepbound da Eli Lilly.

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O pedido, que também abrange o medicamento mais antigo para perda de peso da Novo, o Saxenda, segue uma revisão da U.S. Food and Drug Administration (FDA) que não encontrou evidências ligando os agonistas do receptor GLP-1 a um risco aumentado de pensamentos ou comportamentos suicidas.

Os agonistas do receptor GLP-1 foram originalmente desenvolvidos para tratar o diabetes tipo 2. Eles mimetizam um hormônio intestinal que suprime o apetite, criando uma sensação de saciedade.

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Evidências clínicas e análises adicionais

A FDA havia chegado a uma conclusão semelhante após uma revisão preliminar em 2024, mas havia reconhecido na época que não poderia descartar um pequeno risco devido a dados limitados.

A agência reguladora afirmou, na terça-feira, que conduziu análises adicionais de ensaios clínicos controlados por placebo envolvendo medicamentos GLP-1, que não demonstraram um risco aumentado de pensamentos ou comportamentos suicidas em comparação com o placebo, nem de outros efeitos colaterais psiquiátricos, como ansiedade, depressão, irritabilidade ou psicose.

A revisão abrangeu 91 ensaios envolvendo 107.910 pacientes, incluindo 60.338 que receberam um medicamento GLP-1 e 47.572 que receberam placebo, informou a agência.

A Eli Lilly e a Novo Nordisk não responderam imediatamente aos pedidos de comentários.

Fonte: CNBC

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