
Irã ameaça atacar bases dos EUA em Israel se for atacado (imagem ilustrativa/PM)
As manifestações contra a alta dos preços continuaram no Irã, no domingo (11). Segundo a NHK, citando reportagem de uma agência de notícias, um grupo de direitos humanos afirmou que mais de 500 pessoas morreram.
O presidente Masoud Pezeshkian condenou os Estados Unidos e Israel por agravarem as manifestações.
Desde o final de dezembro, os manifestantes têm pedido ao governo que tome medidas contra a inflação, que foi causada em parte por sanções econômicas ocidentais. Os protestos escalaram para comícios antigovernamentais.
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Onda de mortes e acusações
O número real de mortos não é conhecido. Mas segundo a agência de notícias informou no domingo, um grupo de direitos humanos sediado nos EUA afirmou que 490 manifestantes e 48 membros das forças de segurança haviam morrido.
Trabalhadores da área médica dizem que muitas pessoas podem ter morrido ou sido feridas na capital, Teerã.
Pezeshkian disse em uma entrevista à emissora nacional, no domingo, que as pessoas têm o direito de protestar, mas que os EUA e Israel estão “orquestrando o caos” em locais públicos, como incendiar mesquitas.
Ameaças e reações internacionais
O presidente dos EUA, Donald Trump, alertou que Washington poderia lançar um ataque ao Irã se suas autoridades reprimirem os manifestantes.
O Wall Street Journal relata que Trump se reunirá com altos funcionários, na terça-feira (13), para discutir opções de resposta aos protestos no Irã.
O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Baqer Qalibaf, disse que, se seu país for atacado, as bases dos EUA em Israel e na região serão alvos legítimos do Irã.
Fonte: NHK







