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Economia

Aeon e Ito-Yokado fecham lojas na China sob pressão de rivais locais

Gigantes do varejo japonês, como Aeon e Ito-Yokado, estão reduzindo sua presença no norte da China, fechando lojas devido à intensa competição e à fraca rentabilidade.

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Aeon e Ito-Yokado fecham lojas no norte da China
Aeon e Ito-Yokado fecham lojas no norte da China (banco de imagens)

Grandes varejistas japoneses, como Aeon e Ito-Yokado, estão em processo de retração no norte da China.

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A medida ocorre em meio a uma intensa competição e à erosão da rentabilidade, forçando o fechamento de lojas em grandes cidades e impulsionando a necessidade de uma estratégia de localização mais assertiva.

Nos últimos anos, esses grupos têm fechado unidades em diversas cidades chinesas, evidenciando a crescente pressão de rivais domésticos e a rápida mudança nos hábitos de consumo na região.

A Aeon, por exemplo, anunciou o fechamento de três supermercados em Tianjin e um na vizinha província de Hebei após 23 de março.

Com essa decisão, o grupo mantém apenas uma loja em Tianjin, após ter saído de Pequim no ano passado com o encerramento de sua última unidade na capital chinesa.

Adaptação tecnológica e concorrência local

Analistas apontam que os varejistas japoneses precisam se adaptar mais rapidamente ao cenário em evolução do varejo chinês, especialmente expandindo os serviços de “varejo instantâneo” – entregas rápidas e sob demanda que se tornaram um campo de batalha crucial entre os players locais.

A Aeon já implementou opções de entrega rápida em algumas partes da China, incluindo serviços de entrega em até três quilômetros em certos mercados.

Ao mesmo tempo, concorrentes locais estão se movendo para ocupar os espaços desocupados. A Wumart, com sede em Pequim, declarou que assumirá os antigos locais da Aeon em áreas residenciais centrais e os modernizará com soluções de varejo impulsionadas por inteligência artificial.

Apesar dos desafios operacionais no norte da China, a Aeon continua a expandir-se em outras regiões.

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Para manter a competitividade, os varejistas japoneses são incentivados a focar em seus pontos fortes, incluindo ofertas diferenciadas de alimentos japoneses, desenvolvimento de marcas próprias e formatos mais focados em experiências.

“Os consumidores na China estão dando maior ênfase a experiências e serviços, em vez de apenas varejo”, afirmou Kei Ishikawa, diretor associado na S&P Global Ratings, destacando o foco crescente do Aeon Mall em restaurantes e entretenimento.

Mudanças estratégicas e novos hábitos

A Ito-Yokado, uma das primeiras empresas japonesas a entrar na China – inaugurando seu primeiro shopping na parte continental em Chengdu, na província de Sichuan, em 1997, e o primeiro em Pequim em 1998 – também tem recuado constantemente.

Após atingir um pico de 11 lojas em Pequim, a rede reduziu sua presença para apenas uma unidade, seguindo uma onda de fechamentos desde 2014.

No início deste ano, a empresa vendeu uma participação de 90% em sua subsidiária de Pequim para a empresa local Beijing Xinchen Supermarket Development, mantendo uma participação de 10% e a licença da marca, enquanto se retirava das operações diretas, de acordo com a plataforma de informações comerciais da China, Tianyancha.

Essa retração ocorre à medida que os padrões de consumo no setor de bens de consumo de rápido movimento da China se deslocam para compras menores e mais frequentes – uma tendência impulsionada pela diminuição do tamanho das famílias e pelo crescente número de consumidores solteiros.

Fonte: SCMP

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